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Após TCE apontar irregularidades em convênios da Conder, deputado diz que auditoria confirma denúncias da oposição

Sandro Régis afirma que o cenário identificado pelos auditores se repete agora no período pré-eleitoral de 2026

  • Foto do(a) author(a) Pombo Correio
  • Pombo Correio

Publicado em 21 de maio de 2026 às 05:30

Deputado estadual Sandro Régis (União Brasil)
Deputado estadual Sandro Régis (União Brasil) Crédito: Sandra Travassos/Alba

O deputado estadual Sandro Régis (União Brasil) afirmou, nesta quarta-feira (20), que o parecer dos auditores do Tribunal de Contas do Estado (TCE-BA) pela desaprovação das contas da Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado (Conder) de 2022 confirma denúncias feitas pela oposição ainda naquele ano sobre irregularidades na celebração e execução de convênios firmados pelo governo do estado.

Na época, líder da bancada de oposição na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), Sandro Régis foi o responsável por apresentar ao TCE, em nome do bloco oposicionista, uma representação questionando a condução dos convênios realizados pela gestão estadual. Segundo a denúncia, os instrumentos estavam sendo utilizados em desacordo com os critérios legais e também como ferramenta eleitoral.

“Esse trabalho técnico do TCE só reforça a veracidade do que nós denunciamos em 2022. Houve um verdadeiro vale-tudo na administração estadual. O mais grave disso tudo é que muitas obras prometidas através dos convênios nunca saíram do papel e as prefeituras ficaram a ver navios”, frisou Régis.

O parecer da área técnica do TCE apontou uma série de irregularidades nas contas da Conder, desde falhas na formalização e execução dos convênios, passando pela ausência de critérios técnicos até problemas relacionados ao acompanhamento das obras pactuadas com municípios.

Na avaliação de Sandro Régis, o cenário identificado pelos auditores se repete agora no período pré-eleitoral de 2026.

“Infelizmente estamos vendo isso se repetir agora em 2026, com o governo mais uma vez usando recursos e obras públicas como moeda de troca por apoio eleitoral. Isso será novamente denunciado aos órgãos de controle e, acima de tudo, será julgado pela população nas urnas”, afirmou.