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Juliana Rodrigues
Publicado em 17 de março de 2026 às 17:50
De olho nas eleições de 2026, a Justiça Eleitoral prioriza este ano a regularização dos dados dos eleitores. Por meio do sistema autoatendimento eleitoral Título Net, o TSE consolidou a migração de serviços para o ambiente digital. É possível atualizar informações biográficas sem precisar ir ao cartório de imediato. No entanto, o preenchimento correto é fundamental. Falhas no envio dos documentos podem levar ao indeferimento (negativa) do pedido. >
E-Título
Atualizar o título vai além de mudar o endereço. Pelo sistema, o cidadão pode corrigir dados pessoais, incluir o nome social ou escolher um local de votação com mais acessibilidade. No portal oficial do TSE, as informações preenchidas são cruzadas em tempo real com a base da Receita Federal. Para que o pedido seja aceito, é fundamental que as fotos ou PDFs dos documentos (RG, CPF e comprovante de residência) estejam nítidos. >
A segurança digital é a prioridade para o pleito de 2026. Para confirmar a identidade, o sistema exige uma "selfie" do eleitor segurando o documento ao lado do rosto. Essa foto é essencial para validar o protocolo. >
Quem ainda não cadastrou a biometria pode atualizar os dados pela internet, mas o sistema pode gerar uma convocação para comparecer a um posto físico (como os postos SAC ou cartórios zonais) para a coleta das digitais, conforme a regra de cada zona eleitoral.>
O eleitor deve ficar atento ao calendário, o fechamento do cadastro ocorre 151 dias antes da votação. Em 2026, o prazo fatal para qualquer alteração, transferência ou regularização de título cancelado é o dia 6 de maio. Após essa data, o banco de dados é congelado. Quem não estiver em dia fica impedido de votar e sujeito a multas, além de problemas para emitir passaporte ou assumir concursos públicos. >