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Matheus Marques
Publicado em 21 de abril de 2026 às 14:13
A trajetória da família Kubitschek se confunde com a própria construção do Brasil moderno. Décadas após o governo de seu patriarca, Juscelino Kubitschek, o sobrenome continua a ser uma peça relevante no tabuleiro político do país.
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Neste 21 de abril de 2026, data em que Brasília completa 66 anos, a capital federal não celebra apenas o concreto de Niemeyer, mas a continuidade de um legado que atravessa gerações. O sobrenome JK, construído ao lado de Sarah Kubitschek, foi transmitido às filhas Márcia e Maria Estela, cujas trajetórias serviram de ponte para que netos e bisnetos seguissem movimentando as engrenagens da vida pública.
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Memorial JK
Márcia Kubitschek consolidou uma carreira de destaque como deputada federal e vice-governadora da capital federal. Esse DNA político floresceu em suas filhas Ana Cristina, Julia e Alejandra.
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Atualmente, Anna Christina Kubitschek desempenha um papel institucional fundamental como diretora do Memorial JK, em Brasília, onde guarda a memória administrativa e pessoal do avô.
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O cenário atual ganha um novo protagonista com a chegada da quarta geração à disputa eleitoral. André Kubitschek, bisneto de Juscelino e filho de Anna Christina com o empresário Paulo Octávio, oficializou sua entrada na política partidária.
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Filiado ao PL (Partido Liberal), o jovem busca uma cadeira no legislativo, provando que o carisma e a tradição dos Kubitschek permanecem como ativos eleitorais de peso em 2026.
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Do outro lado da linhagem, Maria Estela Kubitschek, filha do ex-presidente, também mantém o vigor político da família. Com uma atuação estratégica, ela segue vinculada às bases que remetem ao partido fundado pelo pai, mantendo o diálogo entre o passado desenvolvimentista e os desafios atuais do país.
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