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Amanda Cristina de Souza
Publicado em 28 de abril de 2026 às 15:57
Reformar a casa pode ficar mais acessível com a nova rodada da Reforma Casa Brasil . O governo federal ampliou o programa de crédito para obras em imóveis urbanos, que agora pode chegar a R$ 50 mil por contrato, com juros a partir de 0,99% ao mês e prazo de até 72 meses para pagamento.>
A iniciativa, que injeta R$ 40 bilhões no setor da construção civil, é voltada principalmente para famílias de renda média e conta com a garantia do Fundo Garantidor da Habitação Popular (FGHab), mecanismo que reduz risco para os bancos e facilita a aprovação e liberação do crédito para reforma. >
Reforma
O programa ganhou um novo fôlego com a atualização do teto de renda familiar. O limite, que era de R$ 9,6 mil, agora chega a R$ 13 mil.>
Com a mudança, mais famílias entram no radar e passam a ter acesso a crédito com condições facilitadas. A ideia vai além de melhorar a moradia. Também busca dar gás à construção civil e movimentar o setor.>
Do total previsto, R$ 30 bilhões saem do Fundo Social. Outros R$ 10 bilhões ficam sob operação da Caixa Econômica Federal, dentro do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo.>
A contratação ocorre de forma digital. Dá para simular, enviar documentos e assinar tudo online, sem precisar encarar fila em agência.>
O pedido começa pelos canais digitais da Caixa Econômica Federal.>
Quem tiver interesse precisa reunir documentos como RG, CPF e comprovante de renda. Também entram na lista a comprovação de posse do imóvel e fotos da residência.>
A análise de crédito acontece de forma automatizada e, se houver aprovação, a assinatura é feita eletronicamente, sem sair de casa.>
A projeção oficial aponta para cerca de 3 milhões de contratos habitacionais até o fim de 2026, considerando diferentes linhas de crédito.>
A nova fase do Reforma Casa Brasil reforça a aposta do governo em ampliar o acesso à melhoria das moradias e manter aquecida a cadeia da construção civil.>
O desempenho do programa deve ser acompanhado de perto, já que funciona como um termômetro da expansão do crédito em um cenário ainda sensível aos juros e à renda das famílias.>