“Monique não pediu para Daniel ser eliminado”, diz Boninho após expulsão do BBB 12

“Monique não pediu para Daniel ser eliminado”, diz Boninho após expulsão do BBB 12

Diretor comentou sobre eliminação do programa durante entrevista

Da Redação

Em entrevista ao colunista Daniel Castro, Boninho, diretor do Big Brother Brasil, comentou sobre a eliminação do modelo Daniel Echaniz na noite de segunda-feira, 16, após ser acusado de ter abusado sexualmente a estudante Monique Amin.

Segundo o colunista, Daniel não teve direito de defesa. Quando foi convocado ao confessionário, a decisão de eliminá-lo já havia sido tomada.

“No domingo, quando a gente assistiu [ao vídeo], a gente partiu do princípio de que houve uma coisa consensual, às vezes parecia que ela se mexia. E teve o depoimento dela [Monique], dizendo que foi tudo consensual. Mas essa coisa me incomodou. Ontem, decidimos fazer uma investigação profunda. Analisamos todos os vídeos duas horas antes e duas horas depois. Estávamos no meio dessa investigação quando a polícia chegou”, contou Boninho à publicação.

“Estupro não houve. O problema é que a lei brasileira é muito ampla. O que se discute é o abuso [sexual], porque ela estava fora de condições. Ela estava sóbria, mas dormiu profundamente. Ele saiu do programa porque passou dos limites do relacionamento com as pessoas. O que ele fez na noite, até na visão dela, foi exagerado. A gente avaliou que a atitude dele foi ruim. No meio de uma festa, uma cantada mal dada pode causar uma eliminação”, disse o diretor.

Ainda segundo Boninho em entrevista para o colunista Daniel Castro, “Monique não pediu para Daniel ser eliminado”. “Não tem uma regra muito clara. O comportamento dele foi excessivo. Para evitar algo pior, resolvemos eliminá-lo. Foi a primeira expulsão do BBB. No Big Brother da Inglaterra, um cara saiu porque não usou microfone”, lembra Boninho.

Para a coluna, o diretor ainda isenta Daniel de qualquer culpa: “Foi uma decisão f.d.p. Não tenho prova, não sou juiz, não posso dizer que o cara estuprou ou abusou. Foi uma decisão muito difícil”.