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Suspeito de feminicídio em Maetinga alegou câncer terminal e gravou confissão antes do crime

Irmã da vítima relata que agressor não aceitava separação e decidiu "não morrer sozinho" devido a diagnóstico de doença grave

  • Foto do(a) author(a) Nauan Sacramento
  • Nauan Sacramento

Publicado em 14 de abril de 2026 às 18:49

Davi é suspeito de invadir casa e matar ex-companheira
Davi é suspeito de invadir casa e matar ex-companheira Crédito: Reprodução

O assassinato de Sabrina de Oliveira Brito, de 20 anos, ocorrido nesta segunda-feira (13) em Maetinga, Sudoeste do estado, ganha contornos de premeditação com a revelação de um vídeo gravado pelo principal suspeito, seu ex-companheiro David Pereira Oliveira, de 31 anos. Na gravação, que circula em redes sociais, o homem admite a intenção de cometer o crime e indica que seu estado de saúde teria motivado a ação.

A família da vítima relatou que David enfrenta um câncer em estágio terminal e não aceitava o término do relacionamento de oito anos, ocorrido há alguns meses. Segundo Fabíola de Oliveira Brito, irmã de Sabrina, o diagnóstico da doença teria acelerado o comportamento violento do suspeito. “Ele tinha um câncer e, como pensou que ia acabar morrendo, acho que resolveu matar ela. Ele não queria morrer sozinho”, afirmou em entrevista ao site Achei Sudoeste.

Davi é suspeito de invadir casa e matar ex-companheira por Reprodução

“Se vocês tiverem vendo esse vídeo é porque eu fiz uma coisa ruim comigo e com a pessoa responsável por eu carregar esse peso todo”, declarou David, pedindo perdão à própria mãe logo em seguida. A polícia investiga se a menção a fazer "uma coisa ruim" consigo indica uma tentativa de suicídio após o feminicídio.

Sabrina, que deixa dois filhos de quatro e dois anos, foi morta a facadas dentro de uma casa na Rua Rodrigues Costa. Testemunhas afirmaram ter visto David fugir do local com a faca ensanguentada. O caso segue sob investigação da Polícia Civil, que busca localizar o paradeiro do suspeito e confirmar a veracidade das informações sobre seu quadro clínico.

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Crime Morte Câncer Feminicído Interior Facadas