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Apartamento de síndico que confessou assassinato de corretora é destruído e pichado: 'Assassino'

Prédio também foi pichado

  • Foto do(a) author(a) Esther Morais
  • Esther Morais

Publicado em 29 de janeiro de 2026 às 09:04

Apartamento de síndico que confessou assassinato de corretora é destruído e pichado: 'Assassino'
Apartamento de síndico que confessou assassinato de corretora é destruído e pichado: 'Assassino' Crédito: Reprodução

O apartamento do síndico Cléber Rosa de Oliveira, que confessou ter matado a corretora de imóveis Daiane Alves de Souza, de 43 anos, foi invadido e destruído na quarta-feira (28), em Caldas Novas, no sul de Goiás. Imagens registradas no local mostram diversos danos no imóvel e pichações nas áreas comuns do prédio onde o crime ocorreu.

Vídeos feitos pela Polícia Militar revelam o quadro de energia quebrado, móveis revirados e uma televisão com a tela destruída dentro do apartamento. As paredes foram pichadas com tinta vermelha, incluindo a palavra “assassino”. Na recepção do edifício, sofás, janelas e paredes também foram depredados, com pichações que citam o nome do síndico.

Cléber Rosa de Oliveira foi preso por Reproduçaõ/TV Globo

Daiane estava desaparecida desde o dia 17 de dezembro de 2025, quando desceu até o subsolo do prédio para verificar o desligamento da energia de seu apartamento. Segundo a Polícia Civil, ela e o síndico tinham um histórico de conflitos, que envolviam denúncias de perseguição, interrupções no fornecimento de energia e agressões.

A Polícia Civil não informou se o autor das depredações e pichações foi identificado. A defesa de Cléber Rosa de Oliveira também não se manifestou.

Corpo encontrado

O corpo da corretora foi localizado na madrugada de quarta-feira (28), às margens da GO-213, a cerca de 15 quilômetros de Caldas Novas. De acordo com a Polícia Civil, o local foi indicado pelo próprio Cléber Rosa, que confessou o crime.

O síndico e o filho dele, Maicon Douglas de Oliveira, foram presos. Segundo o delegado responsável pelo caso, Maicon é suspeito de ter ajudado o pai a obstruir as investigações. Além deles, o porteiro do prédio foi conduzido à delegacia para prestar esclarecimentos; o nome não foi divulgado.

*Com informações do g1 GO