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Justiça manda Vale parar operações em complexo de Ouro Preto após rompimento de estrutura

Decisão impõe suspensão imediata das atividades e exige plano emergencial após extravasamento atingir córregos e propriedades na região

  • Foto do(a) author(a) Carol Neves
  • Carol Neves

Publicado em 9 de fevereiro de 2026 às 09:34

Estrutura em Ouro Preto se rompeu
Estrutura em Ouro Preto se rompeu Crédito: Ministério Público de Minas Gerais (MPMG)

A Justiça de Minas Gerais determinou a paralisação imediata das atividades da Vale no Complexo Minerário de Fábrica, em Ouro Preto, após o rompimento de uma estrutura na Cava 18. A decisão, assinada na sexta-feira (6), atende a pedido do Ministério Público e do governo estadual em ação civil pública.

O acidente ocorreu em 25 de janeiro, quando cerca de 262 mil metros cúbicos de água e sedimentos extravasaram, atingindo áreas da empresa, propriedades vizinhas e cursos d’água, como o córrego Água Santa e o Rio Maranhão, da bacia do Paraopeba.

A mineradora só poderá retomar as operações após comprovar a segurança das estruturas. Enquanto isso, deverá executar ações emergenciais, como remoção de entulhos, contenção de efluentes, monitoramento da qualidade da água e fornecimento de água potável caso haja risco à população.

A Justiça também determinou a apresentação de planos de monitoramento ambiental e o mapeamento das estruturas do complexo. Em caso de descumprimento, a multa é de R$ 100 mil por dia, limitada inicialmente a R$ 10 milhões.

Em nota, a Vale informou que suspendeu operações em Ouro Preto e Congonhas, afirmou que as barragens seguem estáveis e disse que investiga as causas do ocorrido, além de já atuar na retirada de sedimentos e na recuperação das áreas afetadas.