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Corpo de professora morta em sala de aula por aluno é velado em Salvador

Ela foi atingida por golpes de faca na região do tórax, com perfurações na altura dos seios, além de um corte profundo no braço direito

  • Foto do(a) author(a) Wladmir Pinheiro
  • Wladmir Pinheiro

Publicado em 8 de fevereiro de 2026 às 17:34

Juliana Santiago foi morta por João Júnior
Juliana Santiago foi morta por João Júnior Crédito: Reprodução

corpo da professora Juliana Matos de Lima Santiago, 41 anos, assassinada a facadas por um aluno em Rondônia foi cremado no Cemitério Jardim da Saudade, em Salvador, neste domingo (8). Amigos e familiares participaram do velório e da cerimônia de cremação.

Juliana ela escrivã da Polícia Civil e também atuava como professora de Direito Penal. O corpo dela foi transferido para Salvador após liberação pelo Instituto Médico Legal (IML) de Porto Velho (RO), na tarde de sábado (7).

Juliana Santiago por Reprodução

Juliana foi morta a facadas por um estudante dentro de uma sala de aula do Centro Universitário Aparício Carvalho (Fimca) na noite desta sexta-feira (6).

Ela foi atingida por golpes de faca na região do tórax, com perfurações na altura dos seios, além de um corte profundo no braço direito.

Estudante matou professora em sala

O crime foi cometido pelo estudante João Cândido da Costa Junior, 24 anos, que confessou o ataque. Em depoimento, ele relatou que ambos estavam sozinhos em uma sala após o fim das aulas, quando teria sido tomado por um forte acesso de raiva e desferido os golpes, conforme apuração do G1.

O suspeito afirmou ainda que a faca utilizada havia sido entregue a ele pela própria docente dias antes do crime, junto com um doce colocado em uma vasilha. A arma foi localizada no local e apreendida pela polícia.

Após o ataque, João tentou fugir, mas foi contido por outro estudante, que também é policial militar. O PM contou ter ouvido gritos e barulho de cadeiras quebrando em uma sala próxima e, ao verificar a situação, encontrou a vítima ferida e o suspeito tentando escapar. Ele foi imobilizado até a chegada da polícia, que efetuou a prisão em flagrante.

A professora chegou a ser socorrida e encaminhada ao Hospital João Paulo II, mas não resistiu à gravidade dos ferimentos. A Polícia Civil investiga o caso como feminicídio e analisa aparelhos celulares, além de colher depoimentos de testemunhas, para esclarecer completamente a dinâmica do crime.