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Médica é denunciada por morte de paciente durante mini lipo em local que funcionava como sala de fisioterapia

Profissional não tem especialização em cirurgia plástica

  • Foto do(a) author(a) Millena Marques
  • Millena Marques

Publicado em 17 de março de 2026 às 09:47

Cirurgia plástica
Cirurgia plástica Crédito: Shutterstock

Uma médica foi denunciada pelo Ministério Público de Minas Gerais (MP-MG) pela morte de uma paciente durante um procedimento estético conhecido como mini lipo em Montes Claros, no norte do estado.

De acordo com o MP-MG, o crime, que ocorreu em 11 de dezembro de 2025, foi classificado como homicídio com dolo eventual, quando se assume o risco de matar, qualificado por motivo torpe.

Cirurgia na região do abdômen por Shutterstock

De acordo com o documento, a vítima, de 41 anos, submeteu-se a uma cirurgia denominada Mini Extração Lipídica Ambulatorial (Mela), conhecida vulgarmente como mini lipo, em um consultório alugado que funcionava originalmente como sala de fisioterapia.

Segundo as investigações, a médica, formada há cerca de um ano e sem especialização em cirurgia plástica, realizou o procedimento em local desprovido de estrutura de centro cirúrgico e sem alvará sanitário para intervenções invasivas.

Durante o ato, a médica administrou sedação venosa com Propofol sem a presença de um anestesiologista e sem equipamentos adequados para monitorização cardíaca ou controle de dosagem.

A técnica utilizada foi considerada "grosseiramente arriscada" pelo MP-MG, pois a cânula (pequeno tubo usando no procedimento) foi introduzida em profundidade incompatível com a segurança, atingindo o retroperitônio e a artéria femoral da paciente.

A vítima sofreu choque hemorrágico, caracterizado quando há perda intensa e repentina de sangue. Ela morreu no local, que não tinha itens básicos de socorro, como desfibrilador ou oxigênio.

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Médica Ministerio Publico