Acesse sua conta
Ainda não é assinante?
Ao continuar, você concorda com a nossa Política de Privacidade
ou
Entre com o Google
Alterar senha
Preencha os campos abaixo, e clique em "Confirma alteração" para confirmar a mudança.
Recuperar senha
Preencha o campo abaixo com seu email.

Já tem uma conta? Entre
Alterar senha
Preencha os campos abaixo, e clique em "Confirma alteração" para confirmar a mudança.
Dados não encontrados!
Você ainda não é nosso assinante!
Mas é facil resolver isso, clique abaixo e veja como fazer parte da comunidade Correio *
ASSINE

Jornalista baiano lança livro sobre mulheres que trabalham em pedreiras na Chapada Diamantina

A dura realidade de mulheres que trabalham nas pedreiras da Chapada Diamantina é o tema do livro “Mulheres de Pedra”

  • Foto do(a) author(a) Alô Alô Bahia
  • Alô Alô Bahia

Publicado em 14 de março de 2026 às 08:00

A dura realidade de mulheres que trabalham nas pedreiras da Chapada Diamantina é o tema do livro “Mulheres de Pedra”, do fotógrafo e jornalista Alexandre Augusto. A obra foi lançada na quinta-feira (12) na Paulo Darzé Galeria, em Salvador. O evento contou com a presença de diversas autoridades, como o ex-prefeito de Salvador e pré-candidato ao governo da Bahia ACM Neto, o prefeito Bruno Reis e o ex-governador Paulo Souto, além do empresário Antonio Carlos Júnior.

Alexandre Augusto
Alexandre Augusto Crédito: Elias Dantas/ Alô Alô Bahia

O livro reúne 58 fotografias que mostram o cotidiano de trabalhadoras que passam horas sob sol intenso quebrando rochas para transformar pedra bruta em paralelepípedos. Cada unidade produzida é vendida por cerca de R$ 0,15. Historicamente associado aos homens, o trabalho nas pedreiras também é realizado por mulheres que ajudam a garantir o sustento da família. Muitas começaram ainda jovens e seguem uma atividade que atravessa gerações.

Além da rotina nas pedreiras, elas ainda assumem outras responsabilidades domésticas, como cuidar dos filhos e preparar a comida, em uma jornada marcada pela sobrecarga feminina. A publicação também aborda temas como informalidade, desigualdade de gênero e invisibilidade social. Para algumas famílias, o trabalho com a pedra possibilitou pequenas conquistas ao longo dos anos, como ampliar a casa ou adquirir bens básicos.

ACM Neto por Elias Dantas/ Alô Alô Bahia

*Veja mais fotos e cobertura completa no aloalobahia.com.