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Responsabilidade fiscal que gera futuro

Os números comprovam: a gestão fiscal de Salvador garante investimentos, fortalece políticas públicas e prepara a cidade para o futuro

Publicado em 22 de janeiro de 2026 às 08:23

Falar de finanças públicas pode, à primeira vista, parecer algo distante do dia a dia da população. No entanto, é justamente a gestão responsável e transparente dos recursos públicos que impacta diretamente a vida das pessoas, permitindo a realização de mais obras, a ampliação e qualificação dos serviços essenciais e a criação de condições para que a cidade esteja preparada para enfrentar cenários de instabilidade econômica ou crises inesperadas.

Os resultados alcançados por Salvador em 2025 demonstram que o município segue no caminho certo, ao combinar equilíbrio fiscal, planejamento de longo prazo e sensibilidade social. No exercício, a cidade encerrou o ano com superávit financeiro e orçamentário, registrando resultado positivo de 7,35%. O desempenho foi alcançado mesmo diante do aumento dos investimentos e das despesas necessárias ao funcionamento da cidade. Em termos simples, o município conseguiu ampliar os gastos com o que realmente importa, sem perder o controle das contas públicas.

Isso foi possível graças ao fortalecimento da poupança corrente, resultado do controle rigoroso das despesas de manutenção da máquina pública, como gastos com funcionamento, aquisição de materiais de consumo (a exemplo de café, materiais de limpeza e de escritório) e contas de energia, entre outros. Ao racionalizar o custeio, a Prefeitura ampliou a capacidade de investimento e formou uma reserva financeira estratégica, essencial para enfrentar situações inesperadas e garantir segurança à cidade. Esse colchão financeiro não apenas viabiliza obras futuras, como também garante maior proteção à cidade diante de situações inesperadas, como ficou evidente durante a pandemia da Covid-19. Ter caixa é ter segurança.

Outro avanço relevante foi a redução do endividamento. Mesmo com novas operações de crédito para projetos de infraestrutura, saúde e educação, a dívida líquida do município caiu R$ 161 milhões, reforçando o compromisso com o equilíbrio fiscal. Esse cenário garantiu, mais uma vez, a classificação A no Índice de Capacidade de Pagamento (Capag), concedida pelo Tesouro Nacional aos entes que atingem nota máxima nos critérios de endividamento, liquidez e poupança corrente.

A solidez fiscal sustenta projetos estruturantes, como o Hospital Maternidade e da Criança, que amplia a oferta de serviços de pré-natal, parto, puerpério e bioimagem; e a Arena Multiúso, complexo esportivo e cultural com capacidade para 12 mil pessoas.

Esses avanços caminham junto com o cuidado social. As despesas brutas na área de educação chegaram à marca de R$ 2.660 bilhões, enquanto o montante investido na saúde chegou a quase R$ 3.1 bi. Além disso, a despesa com pessoal permaneceu estável.

Os números comprovam: a gestão fiscal de Salvador garante investimentos, fortalece políticas públicas e prepara a cidade para o futuro. Responsabilidade hoje é desenvolvimento amanhã.

*Giovanna Victer é secretária da Fazenda da prefeitura de Salvador