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Com opção híbrida, Renegade é atualizado e chega à linha 2027; veja o que mudou

Confira também as novidades do mercado chinês, onde a BYD caiu 64% nas vendas e Tesla cresceu quase 43%

  • Foto do(a) author(a) Antônio Meira Jr.
  • Antônio Meira Jr.

Publicado em 5 de abril de 2026 às 17:00

O Renegade passou por mais uma atualização de estilo e ganhou um sistema híbrido em duas versões
O Renegade passou por mais uma atualização de estilo e ganhou um sistema híbrido em duas versões Crédito: Divulgação

Desde 2015 no mercado brasileiro, o Renegade é um dos produtos mais emblemáticos da Jeep no país. O SUV marcou o início da produção da marca no Nordeste e introduziu o sistema 4x4 na categoria - atributo que ainda mantém.

Para a linha 2027, que começa a chegar no mês que vem às concessionárias, apresenta a maior intervenção no modelo que completa em breve 11 anos.

As principais alterações foram na cabine, que ganhou uma remodelação no painel frontal, incluindo a adoção de uma nova central multimídia de 10,1 polegadas, e o console central passou a integrar uma saída de ar para a parte traseira.

Na mecânica, a novidade fica por conta da inclusão do sistema híbrido leve de 48 Volts nas versões Longitude e Sahara. Aplicada ao motor 1.3 turboflex (176 cv), a tecnologia proporciona um torque imediato ao condutor, e, de acordo com a Jeep, reduz em cerca de 7% o consumo de combustível no ciclo urbano e 8% as emissões de CO₂.

O consumo dessas motorizações chega a 11,9 km/l (gasolina) e 8,3 km/l (etanol) no ciclo urbano; e a 11,8 km/l (gasolina) e 8,6 km/l (etanol) na estrada, além de proporcionar também uma série de benefícios como isenções de IPVA em alguns estados e isenção do rodízio na cidade de São Paulo.

O câmbio é automático de seis marchas em três das quatro versões, apenas a Willys, que tem tração 4x4, utiliza a opção de nove velocidades.

A cabine passou pela atualização mais profunda desde a estreia do SUV por Divulgação

PREÇOS E VERSÕES DO SUV

A concorrência está acirrada e os preços na categoria estão acirrados. Modelos chineses como o Caoa Chery Tiggo 5X e o GAC GS3 estão impactando o mercado, assim como a nova geração do Honda WR-V.

Dessa forma, a Jeep optou por lançar a linha 2027 do Renegade com preço promocional para a versão de entrada, a Altitude. Tabelada por R$ 141.990, ela terá nas primeiras 3 mil unidades o custo reduzido para R$ 129.990.

A opção Longitude teve o preço reduzido em R$ 7 mil e custa agora R$ 158.690, a Sahara foi mantida em R$ 175.900 e a Willys em R$ 189.490.

BRASIL: SEGUNDO MAIOR MERCADO DA JEEP

O Brasil é o segundo maior mercado global da Jeep, mas está perdendo espaço. Ano passado, por exemplo, o Renegade registrou 40.641 emplacamentos contra de 49.894 2024, foi uma redução significativa de -18,6%.

Em 2015, ano da estreia no país, ele tinha seis concorrentes diretos. Atualmente, esse número foi multiplicado por quatro e 24 modelos estão na disputa. A saída da Jeep para recuperar o mercado é posicionar o Avenger, veículo que será produzido em breve em Porto Real (RJ), abaixo do Renegade.

O Avenger é menor que o Renegade e será o quarto modelo da Jeep produzido no país
O Avenger será produzido no Brasil e posicionado abaixo do Renegade no portfólio da Jeep Crédito: Divulgação

ALTERAÇÕES NO MERCADO CHINÊS

A redução de subsídios e a regulação do governo chinês para que os fabricantes não vendam carros abaixo do preço de custo causaram uma reviravolta no país. O ranking de vendas de abril é reflexo das novas práticas e a maior impactada foi a BYD.

A empresa, a mais bem posicionada entre as suas conterrâneas no Brasil, caiu 64,1% na comparação entre fevereiro deste ano com o mesmo mês do ano passado. Ou seja, foram 191.151 unidades zero-quilômetro vendidas no segundo mês de 2025 e 68.623 exemplares em fevereiro deste ano.

Entre as marcas locais, a segunda mais impactada foi a Wuling, com queda de 35,1%, e a Geely, com redução de 24,6%. No entanto, a Geely continua na liderança do mercado chinês, foram 112.824 vendas no mês passado contra 100.360 da Volkswagen, que ocupou a segunda posição, e 71.844 da Toyota, terceira colocada.

Com 4,13 m de comprimento, 6 cm a mais que o Volkswagen Polo, o Geely EX2 é 100% elétrico
O carro mais vendido na China em fevereiro foi o Geely Xingyuan, chamado de EX2 no Brasil, com 27.362 unidades Crédito: Rodolfo Buhrer/ Divulgação

O IMPRESSIONANTE CONSUMO CHINÊS

Com as alterações, no acumulado do primeiro bimestre foram emplacados 4,15 milhões de automóveis e comerciais leves zero-quilômetro na China neste ano de 2026.

Esse volume representa uma queda de 8,8% na comparação com o resultado do mesmo período de 2025. Porém, ainda é praticamente o dobro de todo o mercado brasileiro no ano passado inteiro.

TESLA E CHERY CRESCEM NA CHINA

Enquanto os fabricantes locais perderam espaço, a Tesla avançou. A empresa de veículos elétricos chefiada por Elon Musk cresceu 42,7%. De 26.777 carros novos vendidos em fevereiro de 2025, passou para 38.206 vendas no mês passado.

O modelo mais vendido da marca foi o Tesla Model Y (25.286). A exceção entre os chineses foi a Chery, que apresentou alta de 9,5% no último mês.

Elétrico, o Tesla Model Y superou o Toyota Corolla e foi o carro mais vendido do mundo
O Tesla Model Y foi o segundo modelo mais vendido no mercado chinês em fevereiro. Foram 25.286 unidades Crédito: Divulgação

CARREGADOR ULTRARRÁPIDO EM FEIRA

A Porsche e a GreenV inauguram o primeiro hub de recarga ultrarrápida (150 kW) do projeto Highway Charging 3.0 fora do estado de São Paulo.

O novo ponto está localizado no Posto Cajueiro, em Feira de Santana, e faz parte de um investimento de R$ 70 milhões que prevê a instalação de 66 carregadores.

Porsche e GreenV inauguram primeiro hub de recarga ultrarrápida da Bahia em corredor estratégico do Nordeste
Porsche e GreenV inauguram primeiro hub de recarga ultrarrápida da Bahia em corredor estratégico do Nordeste Crédito: Divulgação