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Com tarifaço, produtos baianos perdem mais espaço no mercado norte-americano

Vendas externas somaram US$ 819 milhões em 2025 para os Estados Unidos, que caíram para a terceira posição entre os principais mercados do estado

  • Foto do(a) author(a) Donaldson Gomes
  • Donaldson Gomes

Publicado em 8 de janeiro de 2026 às 05:00

Soja foi principal produto de exportação baiano em 2025 Crédito: Divulgação

Efeito tarifaço

No ano do tarifaço aplicado pelo presidente Donald Trump contra o Brasil, as exportações baianas para os Estados Unidos atingiram o menor patamar nos últimos sete anos, com um total de US$ 819 milhões em 2025, de acordo com dados do Comex Stat, sistema de dados do comércio exterior do Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio (Mdic). Embora a medida tarifária certamente tenha impactado o desempenho das vendas de produtos baianos no ano passado, é importante ressaltar que existe uma tendência de queda no envio de produtos para os EUA, já que o último aumento registrado foi em 2021. Desde então, o cenário é de retração. Além da queda nominal, existe também uma perda de participação relativa. A corrente de comércio, que soma o volume de exportações e importações, foi de US$ 20,8 bilhões, o que representou uma queda de 7,7% em relação ao desempenho em 2024, o que fez com que os EUA tenham encerrado o ano como o terceiro mercado das exportações baianas, atrás da China e Canadá. O ranking dos principais produtos exportados pelo estado no ano passado é liderado pela soja, que respondeu por 20% do total. Completam o pódio, óleo combustível, com 15,8% do total, e a celulose, com 11,6%.

Perda de participação

Há cinco anos, o mercado norte-americano respondia por 10% das exportações baianas. Hoje, o percentual é de aproximadamente 7% do total de US$ 11,5 bilhões que o estado enviou para o exterior no ano passado. No mesmo período, os chineses ampliaram a sua participação de 27% para 28%, com US$ 3,2 bilhões, apesar de uma leve queda no ano passado. Nos últimos cinco anos, o volume de exportações chinesas cresceu quase 45%. No mesmo período, as importações de produtos do país asiático mais do que dobrou, passando de US$ 676 milhões para quase US$ 1,6 bilhão, embora os Estados Unidos sigam como principais emissores de produtos para cá, com US$ 2,6 bilhões no ano passado.

Que prejuízo

Antes de anunciar a paralisação dos seus projetos na Bahia – que incluem um trecho da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), Porto Sul (em Ilhéus) e a Mina Pedra Ferro (em Caetité) – a Bamin registrou um prejuízo de R$ 3,8 bilhões no ano de 2024. As informações constam nas demonstrações contábeis que a empresa divulgou no final do ano passado. Em resposta a veículos que publicaram a informação anteriormente, a empresa disse que o número publicado "trata-se de ajuste de natureza exclusivamente contábil, sem impacto no caixa, na liquidez ou na capacidade operacional da companhia". A empresa diz ainda seguir comprometida com a busca de um parceiro estratégico para a implantação do projeto integrado.

Nova fábrica

Empresa projeta novos investimentos em unidade Crédito: Divulgação

O setor industrial na Bahia ganhará um reforço com a inauguração de uma fábrica da marca DáSim, neste mês de janeiro, em Dias D’Ávila, na Região Metropolitana de Salvador (RMS). Especializada na produção de produtos de limpeza doméstica, a empresa aportou R$ 20 milhões na implantação da primeira unidade industrial própria. Na fase inicial, a fábrica entra em operação com 23 produtos no portfólio, capacidade de produção mensal de 280 toneladas e previsão de geração de cerca de 100 empregos diretos e indiretos. A empresa já projeta novos aportes nos próximos anos, com ampliação do parque fabril, instalação de novas máquinas e construção de um galpão exclusivo para a área de embalagens, acompanhando o crescimento da marca.

Liquidação

O Salvador Shopping iniciou 2026 com a 3ª edição da campanha Abre Alas, primeira liquidação do ano, até 15 de janeiro. Com 50 lojas de diversos segmentos, a liquidação promete descontos de até 50%.