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Publicado em 31 de agosto de 2025 às 05:00
O Grupo Soprema, multinacional francesa referência global em soluções de impermeabilização, isolamento térmico e acústico, inaugura no próximo 26 de setembro sua nova unidade fabril em Feira de Santana (BA). A escolha da segunda maior cidade da Bahia tem como propósito ampliar a presença do grupo no Nordeste, com um investimento que posiciona a região como hub logístico e produtivo estratégico para todo o Brasil. >
Instalada em um complexo industrial de 56 mil metros quadrados (m²), a nova fábrica vai impulsionar a economia regional, gerar empregos diretos e indiretos e fortalecer o PIB baiano, ao mesmo tempo em que amplia a competitividade da construção civil em escala nacional. Segundo dados setoriais, o Nordeste responde por aproximadamente 30% do consumo nacional de materiais de impermeabilização e isolamento, índice que reforça a relevância da região na estratégia da empresa. Esse cenário é impulsionado pelo crescimento do mercado imobiliário e pela demanda crescente em projetos de infraestrutura e construção sustentável.>
“Escolher Feira de Santana para receber essa nova planta industrial é investir no coração do Nordeste e no futuro da construção civil. Esta fábrica representa produtividade, desenvolvimento econômico e social, com tecnologia de ponta e foco em sustentabilidade, além de reforçar nossa proximidade com clientes e parceiros da região”, afirma Sérgio Guerra, Diretor Geral da Soprema no Brasil.>
A unidade baiana também terá papel estratégico como centro de distribuição para o Norte, Nordeste e outras regiões, garantindo mais agilidade e eficiência logística. Nos últimos anos, o Grupo Soprema consolidou sua presença no país por meio de aquisições como a Denver Impermeabilizantes e a Rockfibras, além das marcas Pulvitec e Polipox. Com cinco fábricas no Brasil, a Soprema fortalece seu posicionamento de líder em inovação e sustentabilidade na construção civil.>
“Queremos ser reconhecidos como parceiros estratégicos do desenvolvimento regional, movimentando a cadeia produtiva e contribuindo para uma construção mais eficiente e sustentável”, completa Guerra.>