Acesse sua conta
Ainda não é assinante?
Ao continuar, você concorda com a nossa Política de Privacidade
ou
Entre com o Google
Alterar senha
Preencha os campos abaixo, e clique em "Confirma alteração" para confirmar a mudança.
Recuperar senha
Preencha o campo abaixo com seu email.

Já tem uma conta? Entre
Alterar senha
Preencha os campos abaixo, e clique em "Confirma alteração" para confirmar a mudança.
Dados não encontrados!
Você ainda não é nosso assinante!
Mas é facil resolver isso, clique abaixo e veja como fazer parte da comunidade Correio *
ASSINE

Pressionada, cúpula do PT apresenta proposta a Coronel para evitar racha

Leia a coluna na íntegra

  • Foto do(a) author(a) Rodrigo Daniel Silva
  • Rodrigo Daniel Silva

Publicado em 7 de janeiro de 2026 às 10:53

Jaques Wagner, Ângelo Coronel e Rui Costa
Jaques Wagner, Angelo Coronel e Rui Costa Crédito: Divulgação

Diante da possibilidade de o senador Angelo Coronel (PSD) romper com o grupo petista e até lançar uma candidatura avulsa na eleição deste ano, a cúpula do PT apresentou ao aliado uma proposta na tentativa de evitar o rompimento. A iniciativa, no entanto, ainda enfrenta resistência por parte do senador.

Segundo apurou a coluna, as lideranças do PT na Bahia - Jaques Wagner (senador), Rui Costa (ministro da Casa Civil) e Jerônimo Rodrigues (governador) - articulam uma solução que prevê a divisão do mandato de senador entre Coronel e Wagner.

Pela proposta, caso Wagner seja eleito senador, ele assumiria um cargo no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) entre 2027 e 2030. Nesse período, Coronel, que figuraria como suplente, exerceria o mandato como titular. Após o encerramento do mandato de Lula, Wagner retornaria ao Senado para cumprir o restante do mandato, entre 2031 e 2034 - isso, claro, na hipótese de todos serem eleitos.

A sugestão foi apresentada a Coronel que, segundo petistas ouvidos pela coluna, respondeu que iria refletir sobre o assunto. Procurado, o senador declarou: “Não é um demérito, mas não está no meu radar ser suplente de Wagner ou de Rui Costa”.

Nos bastidores, também circula a possibilidade de a divisão do mandato envolver Rui Costa e Wagner. Essa alternativa, porém, é considerada menos provável, já que o plano predominante no PT é manter uma chapa “puro-sangue”, formada exclusivamente por petistas.