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Amanda Cristina de Souza
Publicado em 14 de maio de 2026 às 09:00
Consumidores com dívidas de baixo valor podem recuperar o acesso ao crédito mais rápido com a nova etapa do Desenrola Brasil. Nas regras definidas pelo Ministério da Fazenda, bancos participantes terão até 30 dias para retirar dos cadastros de inadimplência débitos originais de até R$ 100. >
A exigência virou condição para adesão ao programa. A Dívida continua existindo, mas o consumidor deixa de ficar negativado, recuperando acesso a crédito, abertura de conta e outros serviços financeiros.>
Confira as etapas e as regras para usar o seu Fundo de Garantia no Novo Desenrola
A nova fase do programa contempla pessoas físicas e parte do setor produtivo, incluindo condições específicas para pequenos empreendedores regularizarem pendências.>
O limite de renegociação pode chegar a R$ 15 mil por instituição financeira, com descontos que alcançam até 90% em determinadas modalidades.>
Para dívidas acima de R$ 100, a exclusão do nome dos órgãos de proteção ao crédito acontece após o pagamento da primeira parcela do acordo.>
A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) afirma que os sistemas das instituições foram integrados ao Fundo Garantidor de Operações para acelerar a atualização cadastral.>
O foco principal segue nas dívidas bancárias, como cartão de crédito, cheque especial e empréstimos pessoais.>
Também existem modalidades específicas para contratos estudantis, com descontos voltados à redução do saldo devedor.>
Ficaram fora desta etapa financiamentos com garantia real, como veículos e imóveis, além de operações de crédito rural.>
Nas renegociações autorizadas, os juros foram limitados a até 1,99% ao mês, com parcelamento em até 48 vezes.>
A consulta pode ser feita nos canais oficiais dos bancos, além das plataformas ligadas ao programa e dos serviços de proteção ao crédito, como Serasa e SPC Brasil.>
Nos acordos parcelados, o pagamento da entrada libera o pedido de retirada da negativação.>
Além da renegociação, o Desenrola também prevê ações de educação financeira para ampliar o controle do orçamento familiar e reduzir o risco de novas dívidas.>
O governo avalia que a retomada do acesso ao crédito pode ajudar no consumo e aliviar parte da pressão financeira sobre famílias endividadas.>