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Câncer de intestino é mais fácil de descobrir se tumor surgir do lado esquerdo, revela estudo

Saiba como identificar os sintomas precoces e a importância de realizar o rastreio preventivo a partir dos 45 anos

  • Foto do(a) author(a) Agência Correio
  • Agência Correio

Publicado em 19 de fevereiro de 2026 às 21:14

Mudanças persistentes no hábito intestinal e fadiga podem indicar a necessidade de uma avaliação médica urgente Crédito: Freepik

Muitas pessoas ignoram pequenos sinais do corpo por causa da rotina agitada. Entretanto, o inchaço frequente e a fadiga persistente podem ser os primeiros alertas para o câncer de cólon.

Identificar essas alterações precocemente permite interromper o avanço da doença com a simples remoção de pólipos. Por isso, entender como o corpo se comunica é o primeiro passo para garantir a cura.

Câncer de cólon por Shutterstock

Atualmente, médicos reforçam que o diagnóstico precoce eleva as chances de recuperação completa do paciente. Portanto, observar o funcionamento do intestino e manter os exames em dia é uma atitude que salva vidas.

Sintomas silenciosos e visíveis

Quando o tumor se localiza no lado direito do cólon, os sinais tendem a permanecer ocultos por mais tempo. Como o conteúdo intestinal nessa região é mais líquido, não ocorre uma obstrução que chame a atenção de imediato.

Por essa razão, pode surgir um sangramento lento e oculto, que provoca anemia por deficiência de ferro. Se você sente fraqueza inexplicável ou falta de ar constante, procure um especialista para investigar a causa.

Por outro lado, lesões no lado esquerdo do cólon ou no reto apresentam sinais mais claros. É comum notar uma alteração permanente na consistência das fezes, que podem ficar finas "como um lápis".

Exames que salvam vidas

O teste de sangue oculto nas fezes é uma opção inicial que pode ser realizada em casa. Apesar da praticidade, a colonoscopia continua sendo o "padrão-ouro" por permitir a visualização direta de todo o órgão e a remoção de lesões.

Durante o procedimento, o médico consegue remover pólipos suspeitos, agindo de forma preventiva e terapêutica. As diretrizes atuais sugerem que o rastreio regular comece aos 45 anos para pessoas com risco mediano.

No entanto, pessoas com histórico familiar de câncer ou doenças inflamatórias intestinais devem iniciar os exames mais cedo. Mutações genéticas específicas também exigem que o acompanhamento comece ainda na juventude.