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Ex-cientista da NASA que diz ter 'morrido três vezes' revela o que acontece após a morte

Ingrid Honkala afirma que sentiu paz absoluta e consciência fora do corpo após acidentes e cirurgia

  • Foto do(a) author(a) Fernanda Varela
  • Fernanda Varela

Publicado em 6 de maio de 2026 às 20:52

Ingrid Honkala
Ingrid Honkala Crédito: Reprodução

A ex-cientista da NASA Ingrid Honkala afirmou ter vivido três experiências de quase morte ao longo da vida e disse que todas foram marcadas pela mesma sensação. Hoje com 55 anos, ela contou que passou pelos episódios após um afogamento na infância, um acidente de moto e uma complicação durante uma cirurgia.

Segundo Ingrid, a primeira experiência aconteceu quando ela tinha apenas dois anos, após cair em um tanque de água gelada dentro de casa. Anos depois, aos 25, ela sofreu um acidente de moto. A terceira situação ocorreu aos 52 anos, quando teve uma queda brusca de pressão durante um procedimento cirúrgico.

Ingrid Honkala por Reprodução

Em entrevistas repercutidas por veículos internacionais, ela descreveu uma sensação de paz intensa e afirmou que percebia a consciência separada do corpo. “Foi como entrar em uma camada mais profunda da realidade, além dos nossos sentidos físicos”, declarou.

A ex-cientista contou que, nos três episódios, sentiu o medo desaparecer rapidamente. “O medo desapareceu e foi substituído por uma paz absoluta, como se minha consciência tivesse se separado do corpo”, afirmou.

Ela também relatou que perdeu completamente a noção de tempo e espaço. “Eu não me sentia mais como um corpo, mas como pura consciência”, disse. Segundo Ingrid, havia uma percepção de conexão total entre tudo ao redor.

Durante o episódio vivido na infância, ela afirma ter visto o próprio corpo dentro da água enquanto percebia a mãe distante dali. “Parecia existir uma forma de comunicação entre nós, não por palavras, mas por consciência”, relatou.

As experiências mudaram sua visão sobre a morte. “Deixei de enxergá-la como um fim. Para mim, parece mais uma transição dentro de um contínuo da consciência”, afirmou.

Apesar dos relatos, estudos científicos apontam que experiências de quase morte podem estar relacionadas a reações neurológicas extremas, alterações cerebrais, falta de oxigenação e sensações dissociativas causadas pelo estresse físico intenso. Ainda assim, Ingrid diz acreditar que consciência e cérebro podem não ser exatamente a mesma coisa.