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Kamila Macedo
Publicado em 10 de junho de 2026 às 18:52
Karine Alves, apresentadora do “Esporte Espetacular”, está atuando como repórter na cobertura da Copa do Mundo diretamente dos Estados Unidos. Durante a transmissão do “Bom Dia Brasil” nesta terça-feira (9), a jornalista criticou a postura do governo norte-americano, questionando a forma como o país vem tratando os jogadores de seleções do Oriente Médio e da África nos dias que antecedem a competição mundial. >
A jornalista apontou o descumprimento da cota mínima de 8% dos ingressos para a torcida do Irã. Dessa forma, a federação iraniana não conseguiu distribui-los aos torcedores. “Até agora a Fifa não se manifestou sobre isso. É uma situação lamentável, porque no meio de uma Copa do Mundo, não poder torcer para sua seleção é complicado”, relatou Karine.>
Além disso, a jornalista comentou o desembarque da delegação do Senegal, no qual os atletas foram submetidos a fortes revistas. De acordo com ela, utilizaram detectores de metal nos jogadores assim que desembarcaram do avião. “Esse rigor não está acontecendo só com torcedores. Isso é inconcebível. A Copa nem começou e já vemos imagens como essa”, complementou.>
Karine Alves, repórter da Globo
Karine aproveitou o espaço no telejornal e quebrou o protocolo para relatar a abordagem que sofreu ao desembarcar em território americano. >
“Quando cheguei aos Estados Unidos, não entendi direito o que estavam pedindo. Mandaram que eu levantasse o cabelo, de forma bastante ríspida. Fiquei sem reação, mas depois compreendi e obedeci”, disse.>
“Muitas mulheres negras passam por isso e reclamam disso na chegada aos Estados Unidos. Foi algo muito pontual, que outras colegas não passaram por aqui”, finalizou o relato. >