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Jovem rejeitado por 15 universidades vende startup aos 19 anos por R$ 200 milhões

Rejeitados por universidades de elite, jovens de 19 anos transformam startups em negócios milionários e desafiam o modelo tradicional de sucesso

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  • Foto do(a) author(a) Raphael Miras
  • Agência Correio

  • Raphael Miras

Publicado em 10 de março de 2026 às 17:00

Zach Yadegari e Stanley Zhong ganharam destaque no setor de tecnologia ao criar e vender startups de alto valor mesmo após receberem negativas de instituições como Harvard, MIT e Stanford
Zach Yadegari e Stanley Zhong ganharam destaque no setor de tecnologia ao criar e vender startups de alto valor mesmo após receberem negativas de instituições como Harvard, MIT e Stanford Crédito: Reprodução/Redes sociais

O caminho tradicional para o sucesso, marcado por boas notas, ingresso em universidades de prestígio e uma carreira consolidada, começa a ser questionado por uma nova geração de empreendedores.

Entre os exemplos mais recentes estão os jovens Zach Yadegari e Stanley Zhong, ambos com apenas 19 anos.

WEPTOS A/S, startup que atua no segmento de energias alternativas usando ondas do oceano por Reprodução/YouTube

Mesmo após serem rejeitados por dezenas de universidades renomadas, os dois ganharam destaque ao construir negócios avaliados em valores milionários, transformando uma sequência de negativas acadêmicas em histórias de sucesso no competitivo setor de tecnologia.

O fenômeno Cal AI: US$ 40 milhões em um ano

Zach Yadegari viveu um paradoxo em 2025: enquanto recebia cartas de rejeição de 15 das 18 universidades para as quais se inscreveu — incluindo nomes como Harvard, Columbia e Princeton —, ele via sua startup decolar.

O Cal AI, um aplicativo que utiliza inteligência artificial para contar calorias através de fotos de alimentos, foi criado por ele ainda no ensino médio.

Em apenas 12 meses, a empresa faturou U$ 40 milhões (cerca de R$ 209 milhões). O sucesso chamou a atenção do líder de mercado, MyFitnessPal, que adquiriu a startup por um valor estimado em nove dígitos.

Yadegari, que já havia vendido seu primeiro negócio aos 16 anos, planeja agora abandonar os estudos universitários para focar em seu próximo objetivo: construir uma companhia de um bilhão de dólares.

Do Google para a venda estratégica à Roblox

A trajetória de Stanley Zhong segue um roteiro similar de resiliência. Também rejeitado por 15 faculdades, entre elas o MIT e Stanford, Zhong provou que o talento técnico pode superar o reconhecimento acadêmico tradicional.

Mesmo sem o diploma dessas instituições, ele conquistou um cargo como engenheiro de software no Google.

Recentemente, Zhong celebrou a venda de sua segunda startup, a RabbitSign, para a gigante de jogos Roblox.

A plataforma, focada em assinaturas digitais, resolveu gargalos de segurança e usabilidade, atraindo o interesse estratégico da Roblox para expansão de seus serviços.

A prática vs.Teoria

Essas histórias reforçam um debate crescente no ecossistema de inovação sobre o valor da experiência prática em comparação ao ensino em sala de aula.

Para Yadegari, o maior valor da universidade não era a educação em si, mas a vida social.

Já para Zhong, a capacidade de gerar resultados de impacto real foi o que chamou a atenção de recrutadores de elite e compradores corporativos.

O sucesso desses jovens aos 19 anos sinaliza que o mercado de tecnologia está cada vez mais focado em habilidades práticas e na capacidade de execução, independentemente do selo de prestígio de uma universidade no currículo.