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Ana Beatriz Sousa
Publicado em 2 de junho de 2026 às 11:16
A apresentadora Luciana Gimenez, de 56 anos, usou suas redes sociais nesta terça-feira (2), para fazer um longo e sincero desabafo sobre empatia e a cultura do cancelamento. No vídeo, ela resgatou um dos períodos mais conturbados e comentados de sua vida pessoal, a gravidez de Lucas Jagger, hoje com 27 anos, fruto de seu antigo envolvimento com o astro do rock Mick Jagger. >
Na época, a gestação transformou a vida de Luciana em um alvo internacional. Ela relembrou que chegou a estampar mais de 500 capas de jornais e revistas pelo mundo e classificou aquela fase como "um inferno", marcada por perseguições de fotógrafos até mesmo durante viagens para a Austrália e Nova York.>
Lucas Jagger, filho de Mick Jagger e Luciana Gimenez
Agora, com mais maturidade, a apresentadora rebateu as histórias criadas em torno do seu nome. "Quando eu fiquei grávida do meu filho Lucas, as pessoas julgaram muito o que elas achavam que era correto, o que elas acharam que era história. E aí eu falo para vocês: não procede metade do que falaram de mim", declarou.>
Para propor uma reflexão aos seus seguidores, Luciana utilizou uma lógica simples sobre apontar o dedo para a vida alheia, destacando o quanto as pessoas costumam errar ao criar narrativas falsas.>
"Se você parar para pensar na matemática da vida, quando você olha para alguém e julga essa pessoa, você tem 50% de chance de estar errado. E a gente não gosta de errar, né? Por isso que os julgamentos, a gente tem que deixar de lado", refletiu. Segundo ela, esse tipo de comportamento preconceituoso sabota relacionamentos antes mesmo que as pessoas se conheçam de verdade.>
Gimenez explicou que o tempo mudou drasticamente a forma como ela consome o que dizem por aí e como ela mesma enxerga o próximo.>
"Hoje em dia, depois de virar uma mulher madura, eu prefiro olhar para as pessoas como uma página em branco. Deixar que essas pessoas demonstrem exatamente a pintura que elas querem fazer", pontuou. Ao encerrar o vídeo, a artista fez um apelo por mais leveza no cotidiano: "Quando você olhar para alguém, pensa: posso não estar certo. Julgamentos menos e vamos viver!".>