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Agência Correio
Publicado em 17 de janeiro de 2026 às 07:00
A exploração espacial guarda segredos que desafiam nossa lógica básica. Em 2003, a China enviou seu primeiro homem ao espaço. Na ocasião, o pioneiro Yang Liwei presenciou um fenômeno sonoro intrigante. >
Durante o voo de 21 horas, sons rítmicos ecoaram na cabine. O barulho parecia vir de uma fonte externa invisível.>
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Yang descreveu a sensação de forma muito vívida e direta. “Parecia que alguém estava batendo no casco, como se estivesse golpeando um balde de ferro com um martelo de madeira”, disse.>
Sabemos que o vácuo impede a propagação de qualquer ruído. Entretanto, o ambiente onde o astronauta vive é totalmente pressurizado.>
Se a estrutura externa vibra, o ar interno transmite o som. Por isso, Yang ouviu o barulho mesmo estando em órbita terrestre.>
Uma das teorias envolve o impacto de microdetritos espaciais velozes. Embora seja provável, o casco da nave não apresentou marcas evidentes.>
Além disso, a mudança drástica de temperatura causa tensões estruturais. O metal sofre deformações que geram batidas altas e bastante repetitivas.>
O mistério continuou vivo nas missões de 2005 e 2008. Outros viajantes espaciais também ouviram os mesmos toques no metal.>
Com o tempo, o susto deu lugar ao entendimento técnico. Os taikonautas passaram a encarar o ruído como um evento normal.>
A jornada espacial é feita de imprevistos e pequenos enigmas. Situações como essa reforçam que a tecnologia enfrenta desafios físicos intensos.>
Mesmo com engenharia avançada, o espaço sempre surpreende os humanos. O importante é transformar o medo em conhecimento para o futuro.>