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Agência Correio
Publicado em 19 de fevereiro de 2026 às 14:10
Se você já pegou um voo, pode já ter reparado em um comportamento incomum nos comissários de bordo durante os pousos e as decolagens. O gesto de se sentar ereto em cima de suas mãos, mas você sabe o que isso significa?>
Pode parecer apenas um detalhe, mas essa posição é padronizada e faz parte do protocolo internacional de segurança área. Um gesto criado para garantir reação imediata em caso de emergência e reduzir riscos.>
Comissária fala da rotina na Emirates
Para a equipe, cada movimento é parte de um treinamento cuidadosamente planejado e essa é considerada uma posição de segurança.>
Portanto, nas chamadas fases críticas do vôo eles seguem um passo-a-passo: sentar eretos nos bancos auxiliares, afivelar o cinto, plantar os pés firmemente contra o solo e posicionar as mãos entre as coxas ou entre o banco e o glúteo.>
“A postura estabiliza o corpo, minimiza o risco de lesões em caso de movimento brusco ou turbulência”, afirmou Katherine Drossos, comissária e supervisora de voo em entrevista ao Travel + Leisure, “além de que, ela garante que as mãos estejam imediatamente disponíveis para intervir caso seja necessária uma evacuação ou ação de segurança.”>
Para manter a aviação como o modal de transporte mais seguro do mundo, existe um protocolo internacional que define diversas regras e condutas, e dentre elas existem as definições das fases críticas do voo.>
Essas fases críticas incluem a decolagem e o pouso, mas também turbulências, e é durante esses períodos que a posição é aplicada, deixando os profissionais como gatilhos prontos para operar em qualquer sinal de perigo.>
Apesar de aparentemente imóveis, eles estão hiperativos, ao revisar protocolos de segurança mentalmente, conferir saídas de emergência e localizar equipamentos de segurança espacialmente.>
Apesar de frequentemente serem vistos quase como garçons nos aviões, os comissários são profissionais de segurança por excelência. >
Algumas das suas competências incluem: primeiros socorros, combate a incêndio e gerenciamento de pessoas em situações de crise.>
Apesar de não serem tão rígidos quanto a tripulação, os passageiros também devem seguir um protocolo específico abaixo:>