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Onde o cachorro deve dormir no frio? O erro comum que pode afetar a saúde do pet

Sofá e cama parecem aconchegantes, mas o ideal é preparar um espaço próprio, longe do vento e protegido do piso gelado

  • Foto do(a) author(a) Helena Merencio
  • Foto do(a) author(a) Agência Correio
  • Helena Merencio

  • Agência Correio

Publicado em 22 de maio de 2026 às 09:00

O local de descanso deve ser confortável, mas também protegido de frestas, vento e superfícies frias
O local de descanso deve ser confortável, mas também protegido de frestas, vento e superfícies frias Crédito: HutchDoesStuff/Wikimedia Commons

Quando o frio começa a ocupar a casa durante a noite, muitos tutores recorrem à solução mais imediata: deixar o cachorro subir no sofá ou dividir a cama.

O gesto parece afetuoso, mas nem sempre resolve o que o animal realmente precisa para dormir bem nas baixas temperaturas.

Mais do que aproximar o pet da família, o descanso noturno exige um espaço próprio, protegido do vento, afastado do piso gelado e preparado para conservar calor.

Uma vez que esse cuidado é ignorado, a saúde física e o comportamento do cachorro podem ser afetados com o passar do tempo.

A proximidade com o tutor pode transmitir segurança, mas o pet também precisa aprender a repousar em um espaço próprio por Pexels

Sofá não basta

À primeira vista, permitir que o cachorro durma todos os dias no sofá ou na cama principal soa como carinho. Na rotina, porém, o hábito pode interferir na autonomia do animal.

Com a repetição, o descanso passa a depender da presença humana e do acesso aos mesmos espaços usados pela família. Aos poucos, o pet pode ter mais dificuldade para relaxar longe do tutor.

Correntes de ar também entram nessa conta. Sofá e cama nem sempre ficam em pontos protegidos, principalmente quando estão próximos de portas, janelas ou frestas.

Por isso, criar uma área exclusiva ajuda a organizar melhor a rotina. A caminha passa a funcionar como um ponto seguro, confortável e associado ao descanso.

O canto certo

Para proteger o cachorro durante a noite, a caminha deve ficar em um canto tranquilo da casa, longe de portas voltadas para áreas externas e de janelas amplas.

Pequenas entradas de vento reduzem bastante o conforto térmico do animal. Outro cuidado importante envolve o contato com o chão, já que superfícies de cerâmica ou cimento puxam calor do corpo.

Elevar a base da caminha, usar um tapete grosso ou colocar uma camada isolante sob o colchão ajuda a diminuir esse problema. A ideia é criar uma barreira contra a friagem que vem do piso.

Risco do piso frio

Durante as madrugadas geladas, dormir sobre superfícies frias pode causar mais do que desconforto. A exposição repetida à umidade e à baixa temperatura favorece dores articulares, incômodos musculares, problemas ósseos e queda da resistência do organismo.

Entre os cães idosos, o risco costuma ser maior. Pets de pelagem curta também sofrem mais com a perda de calor e dependem ainda mais de tecidos adequados.

Materiais como lã e algodão ajudam a reter a temperatura corporal sem exigir aquecedores elétricos ligados durante toda a noite. Vale observar também se a cama oferece sustentação suficiente para animais com dores ou limitações de movimento.

Truques de isolamento

Uma alternativa simples para melhorar o isolamento é colocar materiais refletores ou barreiras físicas abaixo da base da cama. A função é impedir que o calor produzido pelo corpo do cachorro se perca rapidamente para o piso.

Folhas de papel alumínio podem ser posicionadas sob a caminha para refletir parte desse calor de volta ao acolchoado. Mantas de tecido soft ajudam a manter a temperatura por mais tempo e oferecem contato mais macio.

Tapetes de EVA e placas de borracha criam uma proteção espessa contra a friagem. Já almofadas com enchimento ortopédico podem favorecer cães idosos, pois dão mais apoio às articulações durante o repouso.

Segurança perto do tutor

Nem sempre a busca pela cama do dono está ligada apenas ao frio. Para muitos cães, ficar encostado no tutor transmite sensação de segurança.

Ainda assim, o pet pode aprender a descansar em um espaço próprio. Com uma caminha quente, seca, confortável e bem posicionada, a adaptação tende a ser mais natural.

Sono sem frio

Nos meses frios, falhas simples ficam mais evidentes. Uma caminha encostada no piso, um canto com vento ou um tecido fino demais já podem comprometer o descanso do animal.

Com pequenos ajustes, a madrugada deixa de ser um período de frio e inquietação. O cachorro ganha um refúgio mais adequado, e a casa passa a ter uma rotina de sono mais tranquila.

Tags:

Pets