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Ranking: as 10 melhores camisas da Copa do Mundo de todos os tempos

O Flashscore analisou quase um século de história e mil uniformes para eleger os designs que se tornaram lendas, desde a elegância retrô de 1970 até o fenômeno pop da era moderna

  • Foto do(a) author(a) Agência Correio
  • Foto do(a) author(a) Raphael Miras
  • Agência Correio

  • Raphael Miras

Publicado em 16 de abril de 2026 às 06:00

Muito além do campo, estas são as armaduras que marcaram gerações. Relembramos os mantos que uniram design, polêmica e a mística dos maiores craques do planeta
Muito além do campo, estas são as armaduras que marcaram gerações. Relembramos os mantos que uniram design, polêmica e a mística dos maiores craques do planeta Crédito: Wikimedia Commons

Para quem gosta de futebol, a Copa do Mundo começa muito antes da abertura. Ela começa no dia em que a gente vê, pela primeira vez, as camisas.

Das camisas de algodão que pesavam uma tonelada quando chovia até os tecidos tecnológicos de hoje, o Flashscore mergulhou na história, analisou mil modelos e separou os melhores uniformes da Copa do Mundo que já passaram nos gramados.

Prepare o coração (e a nostalgia): aqui está o nosso Top 10 definitivo.

Camisa da França (1982) por Divulgação

10. Estados Unidos (1994)

Abrimos a lista com a ousadia pura da Adidas para os anfitriões de 94. Com estrelas brancas flutuando sobre um tecido que imitava a textura de jeans, o uniforme foi inicialmente achincalhado pelos próprios jogadores.

O goleiro Tony Meola agradeceu por não usar, mas o tempo provou o contrário: hoje é uma relíquia streetwear indispensável para colecionadores.

9. Dinamarca (1986)

Em sua estreia em Copas, a Dinamarca não quis passar despercebida. A Hummel criou um design dividido ao meio com listras finas que confundiam a visão dos adversários.

No México, enquanto a mídia chamava o kit de "traje de carnaval", Laudrup e companhia davam um show de bola, imortalizando essa peça meio a meio.

8. França (2006)

A final de 2006 pode ter terminado em tristeza para Zidane, mas o uniforme era puro triunfo visual.

O modelo Teamgeist trouxe curvas modernas, detalhes em dourado e um degradê sutil no peito. Foi a última vez que vimos o escudo clássico da Federação Francesa antes da modernização, fechando uma era com chave de ouro.

7. Itália (1994)

A Itália de Roberto Baggio jogou nos EUA com uma obra-prima da Diadora. O azul profundo trazia o escudo da federação em relevo (o famoso efeito jacquard), criando uma textura única sob o sol.

A gola polo com detalhes da bandeira italiana elevou o status da camisa de "uniforme de jogo" para "item de luxo".

6. França (1982)

No início dos anos 80, as listras finas eram a lei. Ninguém executou isso melhor que a França. Com um azul clássico cortado por linhas brancas e vermelhas e o galo dourado gigante no peito, este kit da Adidas é a definição de uma peça atemporal.

5. Holanda (1974)

O "Carrossel Holandês" de Johan Cruyff mudou o futebol, e seu uniforme acompanhou a revolução.

O laranja vibrante com o leão preto é inconfundível. O toque de rebeldia? Cruyff, fiel à sua patrocinadora pessoal (Puma), arrancou uma das três listras da Adidas de sua manga, jogando com apenas duas. Gênio e rebelde.

4. Argentina (1986)

O azul celeste e o branco da Le Coq Sportif em 1986 é, talvez, a camisa mais mística desta lista.

Foi com ela que Maradona marcou o "Gol do Século" e a "Mão de Deus". Simples, com gola em V e um caimento perfeito, é o padrão ouro de como uma camisa da Argentina deve ser.

3. Nigéria (2018)

A medalha de bronze vai para um clássico moderno. Antes mesmo da bola rolar na Rússia, a Nike recebeu 3 milhões de pré-encomendas por este kit. O padrão de zigue-zague (chevron) inspirado nas "Super Águias" de 94 quebrou a internet e provou que o design disruptivo tem lugar cativo no coração dos torcedores.

2. Alemanha Ocidental (1990)

Para muitos, esta é a camisa mais bonita da história. O design geométrico no peito, que integra as cores da bandeira alemã, foi um choque de modernidade na época. Criada por Ina Franzmann, a peça simbolizava o "estrondo" da unificação alemã e o domínio técnico de um time que seria tricampeão na Itália.

1. Brasil (1970)

No topo do pódio, a simplicidade que conquistou o mundo. O amarelo canário da Athleta, com gola e punhos verdes, vestido por Pelé, Tostão e Rivellino no México.

Não há gráficos complexos ou tecidos espaciais: é apenas a combinação perfeita de cores que transformou o Brasil no sinônimo de futebol arte. É a camisa que todo fã de esporte, em qualquer lugar do planeta, reconhece instantaneamente.