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Tatiana Sampaio: a cientista por trás da descoberta que pode revolucionar a ciência

Com esse feito, a cientista é a primeira brasileira a se aproximar do Prêmio Nobel de Medicina, um feito quase alcançado por Carlos Chagas em 1909

  • Foto do(a) author(a) Agência Correio
  • Agência Correio

Publicado em 23 de fevereiro de 2026 às 11:32

Tatiana Coelho de Sampaio é um dos grandes nomes da ciência brasileira da atualidade
Tatiana Coelho de Sampaio é um dos grandes nomes da ciência brasileira da atualidade Crédito: Reprodução: @diferentona / Instagram

Recentemente, a cientista Tatiana Sampaio, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), ganhou os holofotes por causa dos seus estudos com a polilaminina, que podem levar à cura de alguns casos de tetraplegia.

Seu nome começou a circular com ainda mais intensidade devido à polêmica envolvendo a influenciadora Virgínia Fonseca, que foi nomeada por um entrevistado da revista Veja como “indiscutivelmente a mulher mais relevante do país”.

Tatiana Coelho de Sampaio é um dos grandes nomes da ciência brasileira da atualidade por Reprodução: @diferentona / Instagram

Essa fala gerou uma repercussão nas mídias sociais que levantaram o nome de Tatiana como uma opção mais relevante no cenário nacional.

Pesquisa com a polilaminina

O estudo teve como berço o Instituto de Ciências Biomédicas da UFRJ em 1998 e tinha como objetivo desenvolver um medicamento capaz de tratar lesões medulares e devolver total ou parcialmente o movimento dos membros do paciente.

O principal candidato foi a polilaminina, um composto produzido a partir da placenta humana, que é em parte produzido naturalmente pelo próprio corpo e é utilizado pelo organismo na ligação de neurônios.

A amostragem do experimento com o composto foi de oito pacientes, tanto paraplégicos (paralisados da cintura para baixo) quanto tetraplégicos (paralisados da cintura para cima).

Resultados até o momento

Durante o estudo, o medicamento experimental foi aplicado na área lesionada da medula, com o objetivo de estimular as estruturas nervosas presentes a se conectarem, tal como os neurônios são estimulados naturalmente no organismo.

Nos testes, seis dos pacientes apresentaram melhoras substanciais em suas lesões. Um deles, vítima de tetraplegia, conseguiu atingir a recuperação completa dos seus movimentos.

Em janeiro de 2026, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou o começo de estudos clínicos para avaliar a segurança do medicamento, para posterior aplicação comercial.

Tags:

Ciência