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Mulheres que namoram homens que ganham um salário mínimo envelhecem 12 vezes mais rápido, diz estudo

Pesquisa contou com a participação de 1,2 mil mulheres

  • Foto do(a) author(a) Millena Marques
  • Millena Marques

Publicado em 19 de fevereiro de 2026 às 08:34

Dinheiro
Dinheiro Crédito: Marcelo Camargo/Agencia Brasil

A falta de dinheiro em um relacionamento por causar envelhecimento precoce. É o que aponta uma pesquisa realizada pela plataforma MeuPatrocínio.com, maior site de relacionamento sugar da América Latina. Com a participação de 1,2 mil mulheres, o estudo revelou que muitas delas enfrentam até problemas de saúde devido à falta de estabilidade financeira do parceiro.

De acordo com o especialista em comportamento afetivo e relacionamentos da plataforma, Caio Bittencourt, mulheres que se sentem limitadas financeiramente acabam se sentindo mais exaustas.

"Apesar dos reajustes no salário mínimo, inclusive em 202, ele ainda está muito distante de garantir a estabilidade necessária para uma vida confortável. Quando a mulher não tem um parceiro capaz de proporcionar esse conforto, ela começa a enfrentar uma série de problemas que afetam tanto a saúde mental quanto física", diz.

Nesse sentido, o conceito de hipergamia - o desejo de estar ao lado de um homem bem-sucedido - tem ganhado cada vez mais força. "Essas mulheres buscam parceiros maduros, que ofereçam estabilidade e evitem dores de cabeça", afirma.

O levantamento do MeuPatrocínio foi realizado a partir de entrevistas com 1.200 mulheres, com idades entre 21 e 34 anos, divididas em dois grupos distintos. O primeiro grupo consistiu de usuárias do site, as Sugar Babies, que priorizam relacionamentos com homens bem-sucedidos e maduros. O segundo grupo foi formado por mulheres que estão em relacionamentos tradicionais com homens de baixa renda, especificamente aqueles que ganham menos de um salário mínimo.

Os dados mostraram que 89,5% das mulheres do Grupo 1, que se encontram em relacionamentos com parceiros financeiramente estáveis, apresentaram melhores condições de saúde geral, incluindo menores níveis de estresse e um risco reduzido de doenças crônicas. Em contrapartida, 93% das mulheres do Grupo 2, cujos parceiros enfrentam dificuldades financeiras, sofreram com o aumento do estresse constante, a falta de recursos para cuidados médicos adequados e um ambiente de incerteza.

Tags:

Brasil Pesquisa