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Tayane Gandra, mãe do Menino Gui, se pronuncia após falecimento do neto de Deborah Colker

Guilherme Gandra Moura tem epidermólise bolhosa uma condição autoimune, hereditária e não-contagiosa

  • K
  • Kamila Macedo

Publicado em 18 de março de 2026 às 17:06

Menino Gui e sua mãe, Tayane Gandra
Menino Gui e sua mãe, Tayane Gandra Crédito: Reprodução/ Instagram

Tayane Gandra, mãe do Menino Gui, desabafou nas redes sociais após o falecimento de Theo Colker, neto da coreógrafa Deborah Colker, anunciado na última terça-feira (17). Theo possuía a mesma doença de Gui, chamada de epidermólise bolhosa, uma condição autoimune, hereditária e não-contagiosa, que fragiliza a pele ao causar bolhas e ferimentos. Menino Gui ficou conhecido nas redes sociais por sua personalidade contagiante como assíduo torcedor do Vasco da Gama.

De acordo com o Extra, Tayane se lamentou pelo falecimento precoce de Theo, se solidarizando com a família de Deborah Colker: "Até quando, meu Deus? Borboletas tão jovens, sonhos interrompidos, tratamentos que não chegam até nós! PRECISAMOS da cura! Necessitamos da cura! Quando uma mãe perde, todas nós perdemos".

A mãe do torcedor também relatou que Gui, apesar de sempre aparecer alegre publicamente, vive uma realidade difícil que ela prefere não expor nas redes sociais. "O fato de não postarmos tudo que se vive diariamente com essa doença não anula o que ela faz! Gui tem 11 anos de vida e não sabe o que é viver sem dor um dia sequer desse tempo... Não estou vitimizando, estou expondo uma realidade... realidade essa que preferi deixar no off e mostrar a alegria dele sustentada pelo nosso Deus de amor! Mas quem o olha de roupinha, tão serelepe e brincalhão, não imagina quantas feridas abertas tem por todo seu corpinho!", destacou.

Guilherme Gandra Moura, o "Menino Gui" por Reprodução/ Instagram

Neto de Deborah Colker, Theo Colker Assunção Fulgêncio faleceu aos 14 anos e era portador de epidermólise bolhosa. O rapaz foi a principal inspiração para o espetáculo “Cura”, idealizado pela avó. Ela se despediu nas redes sociais por meio do perfil de sua companhia de dança, na última terça-feira (17).

"Ao nosso guerreiro que se tornou luz. Nosso guerreiro, nosso herói! Obrigado, Theo", escreveu na legenda.

Theo e família vivenciaram um episódio que teve repercussão nacional quando foi impedido de entrar em um avião que estava saindo de Salvador com destino a Porto Alegre. Na época, ele tinha somente quatro anos e os comissários de voo solicitaram um atestado que comprovasse que a condição da criança não era transmissível, para não colocar os outros passageiros em exposição. O avião conseguiu decolar após a presença da Polícia Federal e de um médico, que confirmou que a condição de Theo não era contagiosa.