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Caso Geovane: PMs acusados de esquartejar o jovem vão a Júri na próxima semana

Crime ocorreu em 2014

  • Foto do(a) author(a) Millena Marques
  • Millena Marques

Publicado em 24 de abril de 2026 às 18:00

Caso Geovane: PMs serão julgados em abril de 2026, quase 12 anos após o crime
Caso Geovane: PMs serão julgados em abril de 2026, quase 12 anos após o crime Crédito: Reprodução

Sete policiais militares denunciados pelo Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA) pelo homicídio de Geovane Mascarenhas de Santana serão submetidos a Júri popular na próxima segunda-feira (27), às 8h, no Fórum Ruy Barbosa.

São eles: Cláudio Bonfim Borges, Jesimiel da Silva Resende, Daniel Pereira de Sousa Santos, Alan Morais Galiza dos Santos, Alex Santos Caetano, Roberto dos Santos Oliveira e Jailson Gomes Oliveira.

Caso Geovane: PMs serão julgados em abril de 2026, quase 12 anos após o crime por Reprodução

Os sete serão julgados por homicídio qualificado, cometido por motivo torpe e com uso de recurso que impossibilitou a defesa da vítima. Eles também serão julgados por roubo qualificado pelas circunstâncias e, a exceção de Jailson Gomes Oliveira, por ocultação de cadáver.

Geovane Mascarenhas de Santana, então com 22 anos, foi sequestrado e posteriormente decapitado no dia 2 de agosto de 2014, dentro de uma unidade da Polícia Militar no bairro do Lobato, em Salvador.

No dia do crime, Geovane pilotava sua motocicleta, quando foi abordado por uma guarnição da PM. Os policiais conduziram a vítima na viatura juntamente com sua motocicleta até a Rua Luiz Maria, de onde seguiram para o local em que assassinaram Geovane Mascarenhas.

As investigações apontaram que a mão esquerda da vítima foi encontrada carbonizada junto com a cabeça, em Campinas de Pirajá. O restante do corpo foi deixado no Parque São Bartolomeu.

Os policiais militares “sequestraram e mataram quem por eles foi eleito para morrer”, afirma a denúncia do MP-BA, registrando que os denunciados agiram de forma a impossibilitar qualquer defesa por parte da vítima, que foi surpreendida, sem nenhuma justificativa legal, presa e mantida sob a guarda dos PMs, quando então foi morta.

Tags:

Bahia Salvador