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Demolição parcial de prédio atingido por explosão no Stiep começa nesta quarta (8)

Vazamento de gás destruiu parte do edifício em fevereiro

  • Foto do(a) author(a) Maysa Polcri
  • Maysa Polcri

Publicado em 7 de abril de 2026 às 18:04

Codesal faz vistoria em prédios afetados por explosão no Stiep
Codesal faz vistoria em prédios afetados por explosão no Stiep Crédito: Bruno Wendel/CORREIO

Começa na quarta-feira (8) a demolição parcial do prédio destruído por uma explosão no bairro do Stiep, em Salvador. A previsão de conclusão é até o final de abril. Após o serviço, será feito o isolamento das áreas destruídas com alvenaria e a liberação das unidades parcialmente atingidas. 

Na segunda-feira (6), a Defesa Civil de Salvador (Codesal) participou de reunião com moradores do edifício que contou com a presença de representantes da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano (Sedur) e da empresa Angra, responsável pela demolição.

Durante a reunião, foram alinhadas as ações da segunda etapa da operação, que prevê a demolição das partes instáveis do bloco 105A afetadas pela explosão — medida necessária para a eliminação de riscos no local. A explosão ocorreu em fevereiro deste ano, após um vazamento de gás em um dos apartamentos. 

Codesal faz vistoria em prédios afetados por explosão no Stiep por Arisson Marinho/CORREIO

Relembre o caso 

A explosão do prédio localizado no Vale dos Rios, no bairro do Stiep, em Salvador, provocou grandes estragos. Parte do edifício desabou e moradores precisaram deixar suas casas. O Corpo de Bombeiros foi acionado por moradores do prédio na manhã de 27 de fevereiro.

Eles relataram que sentiam cheiro forte de gás e avisaram o proprietário do apartamento, Antônio Morais. Em uma mensagem enviada no grupo de moradores do prédio, o dono autorizou que os vizinhos entrassem para verificar o apartamento, o que acabou sendo feito pelos bombeiros.

O diretor-geral da Defesa Civil de Salvador, Adriano Silveira, afirmou que as informações apontam para um vazamento de GLP (gás liquefeito de petróleo), popularmente conhecido como gás de cozinha, como possível causa da explosão.

Segundo ele, o gás teria vazado de um botijão em um dos apartamentos e, após alguma fonte de ignição, cuja origem ainda será apurada pelo Departamento de Polícia Técnica, houve a explosão. Silveira destacou que o impacto foi tão intenso que atingiu prédios vizinhos e comprometeu a estrutura do edifício, inclusive com colapso parcial.