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Receita retira R$ 230 mil em peças de roupas falsificadas do comércio de Salvador

Se comprovada por laudo a falsificação, importador pode responder por contrabando

  • Foto do(a) author(a) Da Redação
  • Da Redação

Publicado em 26 de setembro de 2024 às 21:36

Peças apreendidas Crédito: Divulgação

Durante a manhã desta quinta-feira (26), foram apreendidos 115 volumes de roupas falsificadas em estabelecimento de Salvador. Estima-se um valor comercial de aproximadamente R$ 230 mil para o total de produtos apreendidos. A Operação Comércio Legal IV, da equipe de Repressão ao Contrabando e Descaminho da Receita Federal foi realizada para retirar produtos falsificados do mercado.

A quarta edição da operação de combate ao contrabando em Salvador teve como foco peças de vestuário. Um estabelecimento que comercializava as roupas falsificadas foi identificado por meio de técnicas de análise de risco e monitoramento feito pela fiscalização da Receita.

No caso da comercialização de peças de origem estrangeira, por se tratar de produtos com indício de falsificação, a comprovação por laudo faz com que o importador responda por contrabando, já que são mercadorias de importação proibida.

“Produtos falsificados não podem ser leiloados nem ter outro tipo de destinação. No entanto, a Receita Federal tem feito um esforço para fazer a descaracterização dessas mercadorias, retirando qualquer identificação das marcas, para que possam ser doadas, principalmente para a população mais necessitada”, disse o auditor-fiscal Joselito Correia, chefe da Divisão de Repressão ao Contrabando e Descaminho da Bahia e de Sergipe.

Na semana passada, a chamada “Operação Corsários III”, realizada em Feira de Santana, resultou na apreensão de 354 volumes de brinquedos piratas, com valor estimado em R$ 400 mil. Ao longo do ano, também foram feitas operações semelhantes em Vitória da Conquista, no sudoeste baiano e em Aracaju.