Brasileira, filho e namorado são presos na Flórida por abuso sexual de dois meninos

A investigação começou depois que dois meninos menores relatarem que sofriam abusos da mãe e do irmão

  • Foto do(a) author(a) Da Redação
  • Da Redação

Publicado em 8 de março de 2024 às 07:23

Uma brasileira, o filho dela, de 20 anos, e o namorado foram presos nesta terça-feira (6) acusados ​​de abusar sexualmente de duas crianças no sul da Flórida e de transmitir os abusos online.

Walquiria Cassini, 38, o filho, Matthew Cassini e o namorado Ryan Londono, 42, moradores de Boca Raton, foram presos após uma investigação do FBI que durou meses, segundo publicou a WPBF, afiliada da rede americana ABC.

Walquiria Cassini foi presa na Flórida Crédito: Reprodução/Facebook

Segundo divulgou a imprensa americana, a investigação começou em novembro de 2023. A polícia foi chamada a uma casa em Ocala, na Flórida, depois que dois meninos relataram - enquanto estavam longe de casa para passar o feriado do Dia de Ação de Graças - que sofriam abusos da família e que não queriam retornar para ficar com a mãe e o irmão.

Um dos meninos disse que os dois costumavam ser retirados da cama separadamente para realizar atos sexuais na frente de um notebook.

Walquiria Cassini, que é de Governador Valadares, em Minas Gerais, e trabalhava como técnica de ultrassom, é acusada de abusar sexualmente de dois filhos menores, ambos com menos de 10 anos. Os crimes teriam começado quando o filho mais novo tinha apenas 5 anos.

O namorado de Cassini, um profissional de TI, é acusado de realizar os abusos sexuais diante de espectadores anônimos em sites de transmissão online.

Walquiria e o filho Crédito: Reprodução/Delegacia de Palm Beach 

O filho de Walquiria também é acusado de abusar sexualmente dos irmãos.

Mattew, segundo relatou a defesa à WPBF, não foi acusado de filmar os supostos abusos: “Ele é acusado de ter relações sexuais reais com a criança”, disse um promotor.

O FBI invadiu a casa de Cassini na terça-feira e encontrou câmeras e tripés usados ​​para registrar os crimes. Os policiais encontraram movimentação financeira que estaria ligada à cobrança pela transmissão dos abusos. Nenhum vídeo foi encontrado na casa, ainda de acordo com a polícia. Segundo relatou o delegado, 33 vídeos foram apagados de uma plataforma um dia antes da prisão dos suspeitos.