'A dificuldade se chama dinheiro', diz Bellintani sobre reforços

e.c. bahia
22.07.2021, 17:20:00
Atualizado: 22.07.2021, 17:21:47
Diretoria tricolor diz que busca reforços, mas esbarra na situação financeira do clube (Foto: Felipe Oliveira/EC Bahia)

'A dificuldade se chama dinheiro', diz Bellintani sobre reforços

Presidente tricolor falou sobre as dificuldades financeiras que o clube enfrenta

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Se tem um tema que tira o sono dos tricolores é a contratação de reforços. Com lacunas abertas após as saídas de Juninho e Thaciano, a diretoria do Bahia não esconde que ainda está mapeando o mercado em busca de peças que se encaixem no elenco.

De acordo com Guilherme Bellintani, presidente do clube, o problema maior está no aspecto financeiro. Durante participação no Programa do Esquadrão, desta quinta-feira (22), que teve como tema central a venda do Fazendão, Bellintani voltou a bater na tecla das contratações e disse que o tricolor vive momento delicado.

“A dificuldade se chama dinheiro. Neste ano não investimos na aquisição de jogador, não temos dinheiro para isso. Estamos suando para pagar salário, imagem. Enquanto não voltar o público (nos jogos), não temos dinheiro para coisas básicas. Nosso quadro de sócios caiu pela metade. Sei que o torcedor não quer ouvir choro, mas solução. Pretendemos fazer um campeonato melhor do que temos feito, com investimento menor do que temos feito”, disse.

Em 2021, o Bahia fez 15 contratações. Os últimos anunciados foram o atacante colombiano Hugo Rodallega e o meia argentino Lucas Mugni. Como estavam fora do país, eles só vão poder estrear a partir de primeiro de agosto.

O clube busca ainda pelo menos mais dois atletas antes de fechar o ciclo de contratações para o restante da temporada: um meia e um atacante que jogue pelos lados do campo. As opções para Dado Cavalcanti no setor ofensivo foram reduzidas com as saídas de Alesson e Thaciano.

“Ainda temos que reforçar o elenco. Não será o reforço ideal. Temos que tomar muito cuidado esse ano. Se errarmos, a gente se afunda em dívidas novamente e vamos prejudicar o clube em médio e longo prazo. É ano de cautela. Entendemos que precisamos de mais uma ou duas peças além dos que ainda não estrearam”, completou o presidente tricolor.

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