A moda do rosto esculpido: o que tem levado tanta gente a fazer harmonização facial?

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31.07.2021, 05:20:00
(Fotos: Reprodução/Instagram)

A moda do rosto esculpido: o que tem levado tanta gente a fazer harmonização facial?

Por várias razões, pessoas estão comprando novos rostos em consultórios, mas tema segue sem consenso

“Eu não pareço mais comigo mesma. Sabe por quê? Porque eu estou linda!”. A frase foi dita por Gretchen esta semana em uma rede social, rebatendo uma nova onda de críticas sobre sua aparência. Última moda do universo de procedimentos estéticos — dos quais a dançarina de 62 anos é abertamente adepta —, a harmonização facial popularizou-se com a superexposição na internet e, sem consenso, segue por aí rendendo comentários, dos escrotinhos aos mais sensatos.

"Está todo mundo com a boca picada de abelha", “Ficou com cara de filtro do Instagram", "Harmonização é a nova tatuagem de estrelinha no ombro" são alguns dos exemplos de publicações que encontramos no Twitter recentemente, logo depois que a cantora e ex-BBB Gabi Martins, 24, exibiu a nova feição dela, adquirida em consultório de estética. 

Namorada do cantor baiano Tierry, Gabi surgiu com lábios volumosos, queixo marcado, nariz arrebitado e olheiras preenchidas. Essas características são quase como um kit, um pacote padronizado. Parte dos críticos têm apontado que esse é um dos problemas porque os tratamentos aumentaram a obsessão pelos supostos “traços ideais” e isso está levando todo mundo a ter a mesma cara.

“Mudei completamente o meu rosto e nem quero parecer como eu era. Porque amo essa cara nova que me deram. Pode estar diferente, mas feia você não pode dizer que eu estou”, disse Gretchen.

O serviço de harmonização facial é vendido como um conjunto de tratamentos que prometem encontrar a simetria da face da pessoa através de aplicação de substâncias e cirurgias. Nós convidamos especialistas para ajudar a entender quais são as motivações psicológicas por trás da busca pelo rosto esculpido à base da seringa e explicar porquê isso ainda divide opiniões.

Buscamos trazer as nuances desse consumo, em que medida ele reproduz padrões, quais são os riscos, o quanto ajuda na recuperação da autoestima e se cumpre suas promessas de retardar marcas do envelhecimento. 

Bill Araújo
Bill Araújo (Foto: Reprodução/Instagram)
MC Loma
MC Loma (Foto: Reprodução/Instagram)
MC Loma
MC Loma (Foto: Reprodução/Instagram)
Sarah Andrade
Sarah Andrade (Foto: Reprodução/Instagram)
Lucas Lucco
Lucas Lucco (Foto: Reprodução/Instagram)
Alok
Alok (Foto: Reprodução/Instagram)
Carlinhos Maia
Carlinhos Maia (Foto: Reprodução/Instagram)
Polidoro Junior
Polidoro Junior (Foto: Reprodução/Instagram)

Um dos médicos dermatologistas mais respeitados de Salvador, Osmilto Brandão relata que a procura por esses serviços é mesmo intensa e ele atribui a, pelo menos, três razões: a primeira é o fato de a expectativa de vida ter aumentado e as pessoas quererem viver a velhice e a vida moderna com uma aparência mais jovem.

Há 40 anos, o brasileiro só chegava, em média, até os 62 anos. Em 2018, época em que esses procedimentos começaram a se tornar populares, a expectativa de vida já tinha aumentado 14 anos, chegando aos 76 anos, segundo o IBGE. 

O segundo motivo é o fato de estarmos nos olhando e nos exibindo mais nas câmeras por causa das redes sociais. O Brasil é o país com maior número de usuários do Facebook, com 130 milhões, e 3º com mais usuários no Instagram — são 95 milhões de brasileiros, de acordo com análise da Statista.

A terceira razão é o fato de esses tratamentos estéticos com produtos injetáveis serem mais baratos e menos invasivos do que cirurgias plásticas, o que “democratizou” mais o acesso.

Em 2019, o país ficou em segundo lugar no mundo, atrás apenas dos EUA, em número de procedimentos estéticos cirúrgicos e não-cirúrgicos. Os tratamentos não-cirúrgicos tiveram um aumento de quase 30% em relação ao ano anterior do relatório feito pela Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (Isaps).

Estes números, aliás, podem ser muito maiores já que a metodologia do levantamento inclui apenas cirurgiões plásticos e, no Brasil, várias são as categorias profissionais que têm realizado procedimentos injetáveis.

Os cinco procedimentos não-cirúrgicos mais realizados no país são: aplicação de toxina botulínica, preenchimento com ácido hialurônico, remoção de pêlos, lipo de papada e luz pulsada de fotorejuvenescimento.

A arte do contorno
Osmilto Brandão observa que tem havido uma "busca desenfreada de profissionais pelo dinheiro proporcionado por este nicho de mercado" e, por isso, ver resultados considerados ruins tem sido frequente.

Os serviços custam, em média, de R$ 1 mil a R$ 20 mil e ele avalia que há gente não capacitada por aí, sem estudo na área estética e da face, que julga ser fácil realizar este trabalho por serem meras injeções. Mas o médico argumenta que harmonização facial tem status de arte e, para executá-la, é preciso ter dom e conhecimento.

“Pablo Picasso é autor de 3 das 10 obras mais caras do mundo. Há milhares de artistas por aí, mas ele é um dos poucos que estão nessa lista e por quê? Porque ele tem um senso estético diferente dos demais. É por esse caminho que eu vejo a estética”, compara. 

Em sua opinião, o bom trabalho estético é o que enxerga as necessidades e leva a pessoa a um resultado natural, delicado e belo que resulte em elogios, deixando os outros intrigados perguntando-se se algo foi feito, mas que seja impossível alguém afirmar ao certo.

Onde está o erro
Os erros e exageros neste processo acontecem por falta de bom senso e por desrespeito aos limites profissionais determinados pelos conselhos. Esse limite de atuação também está na bula das substâncias injetáveis. A própria indústria determina quais são os volumes de produto que podem ser aplicados em cada área da face e se eles são indicados para pele superficial ou derme profunda. 

Consequências ruins ocorrem por não respeitarem as recomendações do fabricante — como os intervalos até a nova aplicação —, e também pelo não entendimento de princípios biológicos de proporções dos rostos. Os lábios são onde mais se percebem exageros. A literatura científica sobre o assunto propõe que a lógica ideal é reproduzir o natural: o lábio inferior deve ser 2x maior do que o superior. 

“Os profissionais de excelência sabem bem quais são os traços raciais de brancos, negros, asiáticos e indígenas, e respeitam essas marcações, seguindo o que a literatura científica manda”, diz o cirurgião-dentista Marcos André Matos de Oliveira, especialista em harmonização facial e diretor científico da Sociedade Brasileira de Toxina Botulínica e Implantes (SBTI).

Vovô na faculdade
Osmilto Brandão afirma que o belo não tem idade, mas homens e mulheres a partir dos 30 anos, se quiserem, podem pensar em fazer tratamentos que os levem a viver um envelhecimento mais compatível com a idade que sentem ter, sem os traços indesejados do envelhecimento natural da pele. “É totalmente possível mudar a história do envelhecimento, chegar aos 50 anos parecendo ter 40”, completa. 

Se ocorre de uma paciente de 26 anos chega à porta do consultório de Marcos André determinada a fazer uma série de procedimentos, ele liga o alerta. Há questões de natureza pessoal e psicológica que precisam ser avaliadas porque há pessoas que querem mudar a aparência para resolver questões de ordem interna. É preciso estar mentalmente bem.

“A estética não é fútil, ela é importante na vida de uma pessoa, faz parte do bem-estar, mas para entender o contexto da mudança, o momento que eu mais levo tempo com os meus pacientes é a conversa. Levo meia hora de procedimento e 1h de conversa. Há 50 anos, quem tinha 50 anos era vovô-vovô! Hoje, uma pessoa com essa idade pode estar entrando na universidade. Então, se as relações mudaram, as pessoas não querem entrar na universidade com cara de vovô”, diz Oliveira.

Como os procedimentos estéticos da harmonização não fazem com que as pessoas sejam afastadas das suas atividades laborais, isso facilita a realização até durante um intervalo de almoço do trabalho, por exemplo. Os resultados são temporários, duram de quatro meses a dois anos, então há clientes que aplicam para se sentirem bonitos em fotos de formatura ou casamento dos filhos, por exemplo.

Além do mais, a vasta maioria dos procedimentos injetáveis são reversíveis com enzimas que destroem o produto aplicado, no caso de erros ou de o paciente não curtir o resultado. 

A dermatologista Isis Vasconcelos, da Clínica Osmilto Brandão, reforça, no entanto, que é importante escolher um bom profissional porque os erros podem resultar em cegueira, rompimento de vasos sanguíneos, formação de nódulos e até necrose. Reverter esses problemas, aliás, pode custar até cinco vezes mais caro.

Pelos olhos da psicanálise: Foucault explica? 
Na rotina de atendimento, Osmilto percebe que o envelhecimento afeta muito a autoestima, especialmente das mulheres, que vivem à sombra do medo de serem descartadas. A velhice feminina é muito menos aceita socialmente. Muitas relatam que não se sentem bem quando se olham no espelho, que a questão afeta o dia a dia, tornando-as mais ansiosas, com queda na autoconfiança e dificuldades nos relacionamentos.

A psicanalista Conceição Vita, professora da UniFTC, adianta que a relação com o próprio corpo é sempre problemática. Primeiro porque a ideia de corpo não nasce com a gente, ela é construída. E essa construção se dá por nós, mas também ao tomarmos consciência do nosso corpo a partir da relação com os outros, quando observamos e somos observados.

Talvez o teórico social Michel Foucault ajude a entender esses processos, cita Conceição. Ele falava do indivíduo como empreendedor de si mesmo. No fim das contas, isso quer dizer que as pessoas transformam a si mesmas o tempo todo. E, dessa maneira, ‘empresariam’ também o conhecimento, não só o corpo. 

Costuma-se apostar em uma suposta superioridade do cuidado intelectual, apontando como fútil o cuidado com o corpo, mas Vita lembra que também é frequente por aí pessoas que controlam o que põem no currículo Lattes, que participam de festivais de cursos e publicam centenas de artigos só para dizer para os outros que sabem de algo.

Pessoalmente, ela tende a crer que esses procedimentos estéticos carregam na essência a lógica de retardar o envelhecimento. A partir do momento que é criada uma técnica de controle das ameaças contra a longevidade, tem-se, então, um modo de evitar o indesejado no envelhecimento — essa fase que aproxima do temível, que é a morte. 

O fato de se viver por mais anos, de o ser humano passar a controlar as doenças do corpo, faz também com que esse corpo demore mais a morrer e, nesse processo mais longevo, há manchas, lábio murcho, flacidez, queda de cabelo. Os tratamentos facias são uma alternativa para quem, voluntariamente, quer apagar essas marcas de idade, da mesma maneira que acontece com remédios para retardar a menopausa ou garantir a ereção, analisa.

“Mas é interessante como reparam em quem não faz essas coisas. Há cinco anos, deixei de pintar o meu cabelo. Quando entro em um salão para pintar a unha, antes de eu dizer algo, imediatamente já me perguntam se quero pintar o cabelo”, exemplifica.

“Antigamente, quando as pessoas faziam plástica, até mentiam, diziam que não, que era natural. Agora, as pessoas mostram as ataduras, compartilham o processo. Se antes era uma fragilidade, hoje é um status. Quando a pessoa acessa esse universo, ela quer mostrar”, observa ela.

O problema que a psicanalista enxerga é o quanto alguns comportamentos de cuidado com a imagem corporal podem reforçar padrões de beleza na humanidade. E, assim, quem fica de fora desse consumo vai sofrendo uma exclusão, e os seres ditos bonitos são os que vão ocupando mais e melhores vagas na sociedade, arranjando emprego, conquistando amigos e amantes.

“Nos consultórios, há meninas negras que gostariam de ser brancas, mulheres orientais fazendo cirurgia de pálpebras, removendo seus traços raciais, e por isso são tão importantes os movimentos que militam pela diversidade de modelos de beleza. Existe uma norma social que diz qual imagem se sobrepõe às outras. Você se olha e até diz ‘a minha imagem é boa, mas aquela ali é melhor’. Hoje as pessoas postam uma selfie e o número de likes vai dizer se ela está bonita ou não e nós sabemos que o fator da aprovação é um fator de sofrimento imenso. Tem gente que quando não é elogiado, aplaudido, adoece por conta disso”, diz.

Doutorando em Filosofia pela Ufba, o professor Cristian Arão, podcaster do A Coruja Diurna, explica que a ideia de beleza sempre mudou ao longo do tempo e é um reflexo da organização social: sociedades racistas e machistas produzem padrões de beleza também racistas e machistas. O cinema, a televisão e as novas mídias, muitas vezes, cumprem o papel de veículos das ideias que prevalecem no mundo, reforçando esses padrões. 

O caso da boca da atriz Angelina Jolie — que é até hoje a referência mais pedida nos consultórios — é um exemplo peculiar da manifestação do racismo. Faça uma busca no Google com o termo “lábios volumosos” e verá que a imensa maioria dos resultados exibe mulheres brancas. “Ainda que seja uma característica negroide, [esse lábio] não costuma ser encorajado em mulheres negras e sim em mulheres brancas”, observa.

Lábios carnudos e protuberantes como o da atriz americana costumam chamar atenção pela desproporcionalidade, que é encarada como positiva e bonita, sendo percebidos como indicativos de fertilidade e juventude.

Angelina Jolie

O velho na atualidade
Quanto à velhice, o filósofo explica que a sociedade tem aceitado, cada vez menos, as características que indicam a chegada dessa fase. A própria palavra “velho” é mal vista e é frequentemente substituída por “terceira idade” ou “melhor idade”. Parecer velho, nestes tempos, é entendido como improdutivo e ultrapassado nas economias neoliberais, que querem respostas cada vez mais rápidas, proatividade e energia.  

O corpo "ideal" é modelado pelo sentimento dos tempos. No período do Renascimento, por volta do século XV, eram consideradas bonitas as mulheres gordas. Isso porque o sobrepeso indicava que ela podia se alimentar muito bem. Na Grécia Antiga, antes de Cristo, surgiu um pensamento de que o belo é necessariamente o harmônico.

Muita coisa aconteceu desde essas eras, os comportamentos humanos não ficam imunes às transformações das sociedades. Outras perspectivas surgiram e continuarão surgindo. 

“O conceito de beleza sublime, por exemplo, sustenta que o belo está justamente na ausência de regularidade, na imperfeição e no pitoresco, porque essas características indicam vitalidade. O que a harmonização facial faz é justamente retirar toda particularidade, padronizando os rostos", menciona.

Para ele, um exemplo interessante que manifesta a padronização e artificialidade dessa era, tão marcada pela internet, seja a moça conhecida como 'Dani senta com carinho', que repete em inúmeros vídeos a mesma dança, na mesma parte da mesma música, com o mesmo sorriso.

É interessante ter esse contexto para quando você se perceber diante da vontade de harmonizar o rosto. A psicanalista Conceição Vita recomenda que, se essa demanda surgir, talvez seja bom que você se faça perguntas e duvide de seus próprios pensamentos. Questione-se:

Esse desejo é meu mesmo ou é o que outro espera? Por que a aprovação do outro é importante? Preciso dessa aprovação? Por quê? Quem é esse outro? Por que é mesmo que eu estou fazendo? Isso tem valor para mim?.

E ela adverte: “A submissão te leva à escravidão do desejo do outro. A gente pode deixar de ser consumidor para ser objeto de consumo”.

5 traços mais buscados por homens e mulheres

Fonte: profissionais da saúde entrevistados para a matéria

Mulheres: face triangulada
1. lábios volumosos; 2. queixo bem marcado; 3. nariz arrebitado; 4 olheiras preenchidas; 5. sobrancelhas arqueadas; 6. maçãs do rosto ressaltadas. Traços similares aos rostos de atrizes hollywoodianas ou celebridades norte-americanas brancas, como Angelina Jolie, Megan Fox e as irmãs da família Kardashian-Jenner 

Homens: face quadrada
1. queixo projetado; 2. mandíbula bem marcada; 3. preenchimento de bigode chinês; 4. preenchimento de glabela (área entre as duas sobrancelhas); 5. preenchimento de pés de galinha. Traços similares aos rostos de atores do cinema italiano clássico, como Giuliano Gemma, Marcello Mastroianni, Franco Citti, Franco Nero e Terence Hill 

    CRONOLOGIA DOS MODELOS DE BELEZA DA MULHER:

    Fontes: matéria do BuzzFeed com artigos acadêmicos e entrevistados desta reportagem

    Antigo Egito (1292-1069 a.c) - magra, ombros estreitos, cintura alta e rosto simétrico

    Grécia Antiga (500-300 a.c) - rechonchuda, pele clara

    Dinastia Han (206-220 a.c): cintura fina, pele clara, olhos grandes e pés pequenos

    Renascença Italiana (1400-1700): seios fartos, barriga curva, quadris cheios, pele clara

    Era Vitoriana (1837-1901): gorda, cintura fina e apertada

    Anos 1920: seios pequenos, cintura indefinida, corte de cabelo curto, figura masculina

    Era de Ouro de Hollywood (1930-1950): volumosa, silhueta de ampulheta, cintura fina, seios grandes

    Anos 1960: Magra, pernas longas e finas, físico adolescente

    Época das supermodelos (1980): atlética, corpo esbelto mas com curvas, alta, braços torneados

    Anos 1990: extremamente magra, pele translúcida, andrógina

    Anos 2000: barriga chapada, pele saudável, seios e bumbum grandes, espaço entre as coxas

    Anos 2020: lábios volumosos, mandíbula marcada, nariz arrebitado, olheiras preenchidas, explante de silicone

    6 DICAS PARA ESCOLHER UM PROFISSIONAL QUALIFICADO

    1. Tenha em mente que nenhum procedimento estético é livre de riscos e que nenhum profissional divulga os seus insucessos. Então, não se iluda pelos mágicos resultados em redes sociais.
    2. Não escolha o seu profissional pelo Instagram ou Facebook. Faça uma busca pelo nome dele na internet, veja onde ele se formou, quais especializações fez, se tem algum conhecimento na área da face e da estética.
    3. Se o profissional ou a clínica que você tem em vista posta com muita frequência conteúdo de resultados de procedimentos, desconfie. Observe se a comunicação é agressiva, ou seja, com muito marketing sobre a qualidade fantástica do trabalho.
    4. Veja qual o número do registro de conselho do profissional e faça uma busca no site da entidade para ver se o profissional está mesmo cadastrado. Procure no Conselho Regional de Medicina, Conselho Regional de Odontologia, Conselho Regional de Biomedicina e Conselho Regional de Farmácia.
    5. Faça orçamentos com profissionais para entender qual a média de preços dos serviços e desconfie dos valores muito baratos. Se houver muita facilidade de marcação de horários é bom manter a atenção porque pode não ser confiável.
    6. Peça indicação a um médico ou outro profissional de saúde que você confia.
    7. Procure saber como foi a experiência de conhecidos ou conhecidas que fizeram procedimentos estéticos, se eles tiveram uma condução legal por parte do profissional escolhido, se as dúvidas foram bem explicadas, se o que foi proposto foi feito, se houve revisão após a realização. Busque entender quão acessível é o profissional porque isso é importante para um acompanhamento. 

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