Agenda Bahia encerra com painéis e oficinas; veja o que rolou hoje

agenda bahia
07.11.2018, 14:27:00
Atualizado: 07.11.2018, 18:59:52
(Foto: Naiana Ribeiro/CORREIO)

Agenda Bahia encerra com painéis e oficinas; veja o que rolou hoje

Atividades reuniram especialistas internacionais, do Brasil e da Bahia

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O Fórum Agenda Bahia 2018 realizou nesta quarta-feira (7) o Seminário Humanize[se], no Quality Hotel & Suítes São Salvador (Stiep). Iniciado em agosto, com o Seminário Sustentabilidade do Agora, o fórum, nesta edição, promoveu ainda o Desafio de Inovação Acelere[se], que também foi finalizado nesta quarta. Ao todo, 11 atividades aconteceram hoje, reunindo especialistas internacionais, do Brasil e da Bahia. 

Pela manhã, ocorreu o Painel Humanize[se]: Como homem e máquina  podem andar juntos nessa nova era tecnológica?, com Frank Tyneski, Conrado Schlochauer, Sil Bahia e Marcelo Arantes. Clique aqui e veja tudo que rolou.

Veja o que aconteceu nas atividades da tarde.

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A grande vencedora da disputa de startups foi a Closet.  A startup nasceu de uma ideia das sócias Camilla Raupp, administradora com ênfase em moda, e Thaís Godinho, arquiteta com ênfase em sustentabilidade. As duas se conheceram em Londres, enquanto estudavam, e perceberam que tinham a mesma dificuldade: encontrar modelos diferentes - e em bom estado - de roupas para eventos como casamentos e formaturas.

Mesmo quando pegavam emprestado com as amigas, com o tempo esgotavam-se as possibilidades de variação de modelos. E ninguém gosta de aparecer nas fotos das festas sempre com a mesma roupa. 

Assim, elas lançaram no mercado, em fevereiro de 2016, a startup que funciona como um clube de compartilhamento com vantagens. O diferencial é que o estoque é sustentável, diminuindo os custos com a compra de roupas novas a cada evento - um modelo de festa chega a custar R$ 3.000,00 - e também ajudando na economia circular, com o reaproveitamento das peças, o que diminui o impacto sobre o planeta.

Atualmente, elas possuem 250 sócias ativas e cerca de 500 modelos de roupas no acervo. Visite o instagram das meninas: @yourclosetoficial

Closet foi grande vencedora (Foto: CORREIO)

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EvEx Evento Experience ficou em segundo e N2 Soluções Online foi a terceira colocada na disputa. Conheça mais das duas e das outras finalistas clicando aqui.

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Os painéis chegaram ao fim

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No painel sobre diversidade e tecnologia, Kah pede encerra com um pedido.

"Tenho um pedido pra todo mundo. Nós que estamos aqui temos nossas dúvidas e nossas histórias e tivemos muitas oportunidades que a maioria da população não teve. Se pudermos usar nossas oportunidades que tivemos, vamos compartilhar para outras pessoas"

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Rita Pellegrino destaca que um dos grandes desafios das empresas, principalmente as que lidam com um grande quadro de funcionários, é a mudança do “mindset”, da forma de pensar e operar tanto da pessoa jurídica quanto dos próprios funcionários.

“89% julgam muito importante ou importante a aprendizagem neste sentido, mas ainda apresentam uma postura passiva e predicam que o conteúdo seja oferecido, entregue na mão”, diz

As soluções para a inserção das empresas na chamada era da Indústria 4.0 são variadas e dependem do tipo de tecnologia que se deseja utilizar. “Algumas são mais caras, como a inteligência artificial, outras mais baratas, mas o importante é saber que qualquer empresa e produtor pode se inserir neste cenário digital e tecnológico”, destaca.

“Na TOTVS, por exemplo, eu utilizo games online para inserir meus funcionários neste cenário”, explica Rita. No entanto, no Brasil, segundo a pesquisa da empresa, 71% das pessoas prefere aprender por meio de vídeos de animações, 46% por e-learning, 45% por web conferências, 44% por jogos online, 24% por comunidades de colaboração e 17% por artigos de leitura.

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Os painéis chegaram ao fim.

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A diretora de Recursos Humanos da TOTVS, Rita Pellegrino falou no painel "Inteligência artificial na indústria 4.0: impacto e novas habilidades pofissionais" sobre a importância de tanto empresas - grandes ou pequenas - quanto pessoas se capacitarem cada vez mais para a chamada Indústria 4.0. Para ela, é um equívoco se pensar que as máquinas e a tecnologia vão tirar vagas de humanos no mercado de trabalho.

“O que a gente precisa é fomentar a aprendizagem para preparar as pessoas para as novas tecnologias. As pessoas continuam sendo sempre o centro de tudo. A gente tem que se aliar à tecnologia e não se voltar contra ela”, declarou.

Ainda de acordo com Rita, que atua na área de recursos humanos, uma pesquisa elaborada com a TOTVS, em parceria com universidades estrangeiras, apontou que 2 em cada 3 brasileiros admitem ter dificuldades de lidar com novas tecnologias, principalmente as ligadas à inteligência artificial. Ainda segundo a pesquisa, 37% das pessoas entrevistadas consideram importante se qualificar em aspectos técnicos como códigos de informação e análise de dados.

“Eles afirmam ter falhas de habilidades profissionais para enfrentar o mercado de trabalho atual e nos próximos 5 anos”, afirmou.

(Foto: Yasmin Garrido/CORREIO)

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No painel sobre representatividade, Sil fala da importância de tentar, mesmo se for dar errado.

"A ideia da cultura maker é de experimentar. Vai dar errado. Quando a gente fala do Braisl e da nossa cultura, a gente tem muito que não pode errar. A programação e a cultura maker mostram justamente essa mudança de pensamento e de desmisficar a tecnologia. Esse novo não é tão novo assim. É o mesmo mundo com outra roupagem"

Depois, as três participantes respondem a perguntas da plateia.

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As sete empresas do Acelere[Se] começaram a apresentar suas ideias inovadoras para o público e para os três jurados: Cris Arcangeli, empreendedora e apresentadora do TarkShank Brasil, Camila Passos, gerente de comunicação e marketing do Sebrae, e o diretor de jornalismo do CORREIO Roberto Gazzi. Cris já lançou o desafio: “é a inovação que impulsiona o crescimento de qualquer negócio”.

(Foto: Fernanda Lima/CORREIO)

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Idealizadora do Projeto Crianças Hackers, Kah Menezes fala um pouco do estigma da palavra 'hacker' e diz que essa pessoa é alguém que, por natureza, resolve problemas. 

Conheço e convivo com alguns hackers, as pessoas ficam meio chocadas. O imaginário social ainda é isso. O que vem a gente é imagem de alguém sem face que entende essa linguagem específica de computadores e que a gente não sabe exatamente a intensão. Eu tou aqui pra problematizar e mostrar que a origem do ser hacker.

(Foto: Naiana Ribeiro/CORREIO)

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Agora fala no painel sobre tecnologia e diversidade Sil Bahia, fundadora do PretaLab.

"Inovação acontece quando a gente mistura as coisas. O que a gente pode fazer pra inovar: juntar coisas diferentes. Pra gente tecnologia é arte, é ciência. É uma politica do mundo. É uma coisa muito poderosa. Não dá pra excluir as pessoas disso", afirma

Ela fala sobre como resolver a questão da falta de representativadade na tecnologia.

"Contratando, formando, comunicando, criando políticas públicas, ampliando o acesso e estimular a representatividade. Se o futuro é tech e vai chegar pra todo mundo da mesma forma, independente da sua cor e gênero, a gente precisa realmente ter mais diversidade nas tecnologias"

(Foto: CORREIO)

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Começou às 16h o Painel Tecnologia, Impacto Social e Diversidade, com Sil Bahia, diretora de projetos do Olabi Markerspace, Brenda Costa, cofundadora do OxenTI Menina, e Kah Menezes, presidente do Raul Hacker Club e idealizadora do Projeto Crianças Hackers. Brenda foi a primeira a falar, apresentando seu projeto.

"A gente aprendeu que não pode falar com a galera mais nova, que é da periferia, da mesma forma que estamos falando aqui com vocês. Que diabos é 'pitch' pra menina de 12 anos? Sabe o cara que entra no ônibus e quer vender bala? Ele tem que te convencer em 1 min a comprar. Isso é pitch", explica Brenda. "A Oxente Menina quer tira essa ideia engessada. As meninas têm que se sentir representadas. Vivências diferentes trazem soluções melhores. Queremos incentivar as meninas a irem a área de ciência e tecnologia"

Ka, Sil e Brenda (Foto: Naiana Ribeiro/CORREIO)

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A oficina Criative-se, comandada pela consultora de design organizacional e inovação, Alessandra Terumi, pretende mostrar algumas práticas para despertar e exercitar a criatividade no dia a dia. 

A proposta de Alessandra é utilizar o chamado Imagineering, o braço de design e desenvolvimento da Disney responsável pela criação e construção de parques temáticas em todo o mundo. 

"O imagineering busca a inovação a partir da experiência. Ele junta a imaginação e o dia a dia. Assim, pode-se chegar a uma ideia criativa", diz Alessandra. 

O tempo inteiro, durante o Workshop, Alessandra incentiva a plateia a realizar exercícios em duplas ou em grupos. "A criatividade é coletiva e não individual. A criatividade só existe se outra pessoa considerar aquilo criativo", acredita.

Criative-se (Foto: CORREIO)

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No inicio dos anos 90, Neiva Rejane saiu do curso de Engenharia Civil num período de crise para o setor. Recentemente, outra crise. Agora, Neiva acredita que o segredo para mudar de atitude nessa nova época, e nao ser atropelado pelas inovações, é "apostar". "Apostar em aprendizado, em estudo, em novidade. Na minha empresa de engenharia, por exemplo, começamos a empregar a tecnologia 3D". Ela participa do Agenda Bahia.

(Foto: Fernanda Lima/CORREIO)

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A oficina da Nave encerrou por volta de 15h30, após o exercício de programação com o semáforo.

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Para finalizar o workshop "O mundo mudou", Eduardo Endo sugeriu que os grupos reunidos nas mesas criassem novas maneiras de vender acarajé, com mais agilidade e que o produto fosse mais saudável.  Primeiro Endo sugeriu que os grupos levantassem os problemas na venda dos bolinhos e, em seguida, fizesse um prototype, um protótipo com soluções que possam mudar aquela realidade. 

"Os acarajés costumam ter fila, não entregam em casa e não são saudáveis. As gerações que estão surgindo poderão não consumir este produto. É preciso se atualizar", aposta Endo.

Um dos grupos do Workshop propôs a criação de uma supermáquina, uma espécie de Airfryer, que consiga fritar o acarajé de forma mais saudável, segura e higiênica. "Uma máquina dessa pode melhorar muito a produção e entregar um acarajé muito mais saudável, por exemplo. Uma ideia bastante inovadora", parabenizou Eduardo Endo.

(Foto: Naiana Ribeiro/CORREIO)

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No painel de "Pessoas e tecnologias", Marcelo Arantes fala da experiência na Braskem. "Uma coisa que a gente tá fazendo na Braskem é experimentar novas formas de trabalho e eles sabem a autonomia que eles têm. A gente está testando novos modelos. Criamos uma área de digital da Braskem também que esta pensando no futuro", explica. 

"Os brasileiros estão ocupando menos vagas nesses projetos do que gringos. Talvez por uma questão de cultura, de insegurança, que a gente carrega", acredita.

(Foto: Naiana Ribeiro/CORREIO)

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Durante a palestra, antes de iniciar a parte prática, Endo também mostrou porque se adaptar às novas tecnologias é, na verdade, humanizar-se.  "O mundo está mudando porque as pessoas estão mudando. Se você é uma pessoa, você precisa mudar também". O objetivo do palestrante é convencer a plateia de empreendedores de que é preciso conquistar o seu futuro cliente pensando como as novas gerações, como a geração Z, por exemplo.

"Quando a gente for criar um produto, a gente tem que lembrar que é para essas gerações que a gente tem que criar. Não dá pra inovar com o nosso mind setting. Precisamos entender como funciona a cabeça da geração Z". 

Ele apresentou um vídeo com a entrevista da própria filha, a Beatriz, de 6 anos, que usa com destreza tablets e smartphones, além de usar YouTube e Netflix. 

"Ela já nasceu nessa geração. Se der um telefone de discar ela não vai saber. Ela é nativa digital. Não é mais inteligente que as outras gerações, mas é preciso pensar como a Bia".

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Na oficina "O mundo mudou", Endo fala de inteligência artificial e como está mudando o cotidiano das pessoas. Cita como exemplos eletrodomésticos com a Internet das Coisas e fala dos EUA, onde já é mais comum usar eletrônicos interconectados, controlados por assistentes como a Alexa, da Amazon. Ele cita ainda um bot, o fembot, para quem quer uma 'namorada'.

"A inteligência artificial também é usada para o mal. Já tem alguns programas que você pode pegar um vídeo pornográfico e dá pra mudar a cara da pessoa"

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Na oficina da "Nave", Anderson ensina os participantes a fazer um semáforo através da programação, com uma placa de aduíno ligada a um computador. Veja fotos mostrando a ação (imagens de Julia Vigné/CORREIO)

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Na oficina "O mundo mudou. E você? - Oficina", o comando está com Eduardo Endo, diretor dos MBAs da FIAP, palestrante do SXSW e mestre em Inteligência Artificial e formações na Hyper Island e na Nova School of Business.  "A maior competência que tem que se ter dentro do profissional do futuro é a confiança", diz. A plateia está dividida em 6 mesas, cada uma com cerca de 8 a 10 pessoas.

"Quando a gente fala de tecnologia, a gente vê que os novos negócios estão indo bem comparado a empresas mais antigas. As empresas mais novas como Uber têm mais valor que a Ford. A Amazon tem mais valor que a Coca Cola. Os 'unicórnios' têm grande valor. A tecnologia vem transformando a vida".

(Foto: CORREIO)

"A inteligencia artificial já influencia em você. Esse é o ponto. Quem aqui veio de Uber ou Google Maps?", quis saber, vendo boa parte da plateia levantando a mão. "Lá em São Paulo, por exemplo, se você não seguir o que o Waze fala você está ferrado. O Spotify, por exemplo, já consegue fazer combinações com base no seu gosto. A inteligência artificial já está nos guiando e a gente não sabe".

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Na oficina de "Design thinking", Tyneski mostra o passo a passo para desenvolver o design de um produto.

(Foto: Naiana Ribeiro)

O designer cita o psicólogo americano Abraham Maslow, que desenvolveu a pirâmide que leva seu nome, famosa por separar hierarquicamente as diferentes necessidades humanas. "É muito importante prestar atenção nas necessidades", sinaliza.

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"Manda quem pode obedece quem tem juizo? Quem ainda ouve isso", provoca Marcelo Arantes, durante o painel "Pessoas e Tecnologias". O consultor de Pessoas da Braskem acredita que é esse o grande exemplo de mudança de atitudes para a nova era. A grande questão, para ele, é a seguinte:

"O importante  é que você se sinta incluído. Mais do que tecnologia, é incluir aa pessoas. A resposta nao esta na tecnologia, mas nas pessoas "

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"Como designers, nós trabalhos com dois lados: criatividade e praticidade", afirma Tyneski. "Capacitar é uma parte importante do processo. É entender e analisar o processo. A gente não pode começar tudo com ideias. A gente tem que saber algumas vezes qual o problema temos que resolver", continua.

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Marcelo Arantes participa da oficina "Pessoas e tecnologia: criando novas relações de trabalho".

(Foto: CORREIO)

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Na oficina "Nave: Programação e robótica como solução para as cidades", Anderson Paulo da Silva, coordenador do Nave Recife, fala sobre temas de robótica e programação.

(Foto: Julia Vigné/CORREIO)

"Programe para não ser programado. Não estou querendo dizer que a inteligência artificial vai substituir o homem, mas são conhecimentos que temos que saber usar.para o nosso dia a dia das atividades", diz. "O que a juventude precisa é saber que computação, tecnologia é um meio, não um fim e pode ser aplicado a qualquer área".

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O designer Frank Tyneski comanda a oficina "Psico-estética: a arte prática do design thinking". "Na nossa companhia, cada área funcionava separada - marketing, engenharia, etc. Nós colocamos todos juntos, como um hub, para que todos trabalhassem e interagissem no mesmo ambiente. É assim no Google, por exemplo. Esse ambiente estimula a produção de ideias criativas", explica Tyneski.

Tyneski já trabalhou para grandes empresas como Apple e JBL. Quando as pessoas entendem o processo criativo, afirma, o resultado é ampliado.

"As pessoas vão esquecer o que você fez e até quem você é, mas nunca a forma com que fez isso"

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O Fórum Agenda Bahia 2018 é uma realização do jornal CORREIO, com patrocínio da Braskem, Sotero Ambiental e Oi, apoio institucional da Prefeitura Municipal de Salvador, Consulado-Geral dos EUA no Rio de Janeiro, Federação das Indústrias da Bahia (Fieb) e Rede Bahia; e apoio do Sebrae e da Vinci Airports.

Veja a programação da tarde:

14h às 15h30 - Oficina Psico-Estética:  A Arte Prática do Design Thinking, com Frank Tyneski
14h às 15h30 - Oficina O Mundo mudou. E você?, com  Eduardo Endo, diretor dos MBAs da FIAP
14h às 15h30 – NAVE: Programação e robótica como solução para as cidades, com Anderson Paulo da Silva
14h às 15h30 – Pessoas e Tecnologia: criando novas relações de trabalho, com Marcelo Arantes
16h às 17h30 - Oficina Criative[se], com Alessandra Terumi 
16h às 17h30 - Desafio de Inovação Acelere[se]. Cristiana Arcangeli fará palestra sobre os desafios de empreender e dicas para novos empreendedores
16h às 17h30 - Painel Tecnologia, Impacto Social e Diversidade, com Sil Bahia, diretora de projetos do Olabi Markerspace, Brenda Costa, cofundadora do OxenTI Menina, e Ka Menezes, presidenta do Raul Hacker Club e idealizadora do Projeto Crianças Hackers
16h às 17h30 – Painel Inteligência Artificial na Indústria 4.0: impactos e novas habilidades profissionais, com Rita Pellegrino e Erick Sperandio

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