Cenas de Carnaval: o samba, a tradição e a resistência

salvador
25.01.2019, 05:00:00
(Evandro Veiga/Arquivo CORREIO)

Cenas de Carnaval: o samba, a tradição e a resistência

Filhos das antigas escolas de samba, os blocos de samba militam na ponta do pé

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Pouca gente atualmente conhece a história das escolas de samba no Carnaval de Salvador, algo que foi se perdendo com o tempo. Essa é uma história que ainda será contada, mas os frutos dos tempos de desfiles -  e da resistência ao empenho público em acabá-los -  são os blocos de samba.

“Comemoramos 25 anos neste ano. O Alerta Mocidade foi fundado nos anos 70  e era com percussão no chão. Ele parou e voltamos depois. Colocamos trio e, graças a Deus, surgiram outros blocos”, diz Zé Arerê, presidente e cofundador do Alerta Geral. Ele, Nelson Rufino e outros sambistas são grandes baluartes do ritmo na capital baiana. 

(Evandro Veiga/Arquivo CORREIO)
(Roberto Viana/Arquivo CORREIO)
(Robson Mendes/Arquivo CORREIO)
(Roberto Viana/Arquivo CORREIO)
(Antonio Queirós/Arquivo CORREIO)


“Sou louco por samba, milito pelo samba. Carnaval é samba, é tudo”, diz Zé, que garante que o público que prestigia os blocos de samba na quinta-feira de Carnaval é um dos maiores da festa.

Os blocos de samba são um espetáculo à parte, um misto de tradição - que pode ser notado nas fantasias - com a modernidade de quem não tem problema algum de trazer um sambista atual para comandar os foliões. Tá tudo em casa, afinal, o samba nasceu na Bahia.

*Cenas de Carnaval é um oferecimento do Bradesco, com patrocínio do Hapvida e apoio de Claro, Fieb, Salvador Shopping, Vinci Airports e Unijorge.

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