Cobras

olhares
08.08.2020, 07:00:00

Cobras

Núcleo de pesquisa da Ufba realiza soltura de cobras no campus e em parques da cidade. Desde o dia 18 de março, cerca de 50 serpentes já foram devolvidas à natureza pelo grupo.

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Filhote de jiboia que chegou no final de julho retorna à natureza no Campus da Ufba.
Filhote de jiboia que chegou no final de julho retorna à natureza no Campus da Ufba. (Marina SIlva/CORREIO)
Além do campus da Ufba, outras áreas de soltura também receberam serpentes: o 19º Batalhão de Caçadores, o Museu de Ciência e Tecnologia da Bahia e o Parque da Cidade.
Além do campus da Ufba, outras áreas de soltura também receberam serpentes: o 19º Batalhão de Caçadores, o Museu de Ciência e Tecnologia da Bahia e o Parque da Cidade. (Marina Silva/CORREIO)
O Núcleo abriga pouco mais de 30 serpentes exóticas como a jiboia arco-íris.
O Núcleo abriga pouco mais de 30 serpentes exóticas como a jiboia arco-íris. (Marina Silva/CORREIO)
Espécies venenosas como a cascavel não podem ser devolvidas ao seu habitat natural.
Espécies venenosas como a cascavel não podem ser devolvidas ao seu habitat natural. (Marina Silva/CORREIO)
O Noap existe há 33 anos e tem hoje um plantel fixo de cerca de 110 serpentes.
O Noap existe há 33 anos e tem hoje um plantel fixo de cerca de 110 serpentes. (Marina Silva/CORREIO)
Entre as cobras exóticas está a Piton Regius.
Entre as cobras exóticas está a Piton Regius. (Marina Silva/CORREIO)
Ao chegar no Noap, os animais são fotografados, têm um pedaço de tecido recolhido para um banco de tecidos e são microchipados.
Ao chegar no Noap, os animais são fotografados, têm um pedaço de tecido recolhido para um banco de tecidos e são microchipados. (Marina Silva/CORREIO)

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