Em oito jogos, Vitória levou quase metade de gols da Série B 2015

e.c. vitória
13.06.2019, 10:20:52
Atualizado: 13.06.2019, 10:50:02
Ajustar o setor defensivo é um desafio para o técnico Osmar Loss (Mauro Akin Nassor / CORREIO)

Em oito jogos, Vitória levou quase metade de gols da Série B 2015

Leão já sofreu 19 gols até agora; no ano do acesso, sofreu 40 nas 38 rodadas

Em momentos como o que vivemos, o jornalismo sério ganha ainda mais relevância. Precisamos um do outro para atravessar essa tempestade. Se puder, apoie nosso trabalho e assine o Jornal Correio por apenas R$ 5,94/mês.

A derrota por 3x0 para o Oeste, na noite de terça-feira (11), escancarou a fragilidade defensiva do Vitória. E um rápido comparativo com a última edição de Série B disputada pelo time impressiona ainda mais. Na última vez em que o Leão conseguiu o acesso para a Série A, em 2015, o time fechou a disputa da segunda divisão com 40 gols sofridos em todas as 38 rodadas. É pouco mais da metade do que o time já sofreu em apenas oito rodadas em 2019.

Até aqui, o rubro-negro foi buscar a bola no fundo da rede em 19 ocasiões. A média é de 2,3 gols sofridos por partida. Ainda que o ataque ostente bons números, com oito gols em oito jogos, com esse desempenho defensivo é quase impossível brigar na parte de cima da tabela.

Os resultados têm sido taxativos: o Vitória é o lanterna da competição, com quatro pontos. O time só pontuou em duas ocasiões devido ao triunfo contra o Vila Nova (2x1) e empate frente ao Atlético-GO (1x1). De resto, foram seis derrotas.

A vulnerabilidade defensiva se tornou um problema crônico na Toca do Leão. As últimas três passagens do rubro-negro na Série A foram marcadas por dificuldades em segurar os ataques adversários.

Em 2016, 2017 e 2018, o Vitória levou, respectivamente, 53, 58 e 63 gols. Foi a pior defesa em 2017, empatado com o Sport, e em 2018, isolado. Em nenhum dos casos, no entanto, a média foi tão elevada quanto está na atual temporada. No ano passado, quando acabou rebaixado, o Leão encerrou o campeonato com média de 1,6 gol sofrido por partida. 


*Supervisão do subeditor Miro Palma.

***

Em tempos de coronavírus e desinformação, o CORREIO continua produzindo diariamente informação responsável e apurada pela nossa redação que escreve, edita e entrega notícias nas quais você pode confiar. Assim como o de tantos outros profissionais ligados a atividades essenciais, nosso trabalho tem sido maior do que nunca. Colabore para que nossa equipe de jornalistas seja mantida para entregar a você e todos os baianos conteúdo profissional. Assine o jornal.


Relacionadas