Flamingo na praia? Saiba onde fica e como chegar a este paraíso

bazar
03.03.2018, 08:00:00
(Foto: Giuliana Mancini)

Flamingo na praia? Saiba onde fica e como chegar a este paraíso

Os fofíssimos animais rosa circulam livremente em uma das praias de Aruba

Em momentos como o que vivemos, o jornalismo sério ganha ainda mais relevância. Precisamos um do outro para atravessar essa tempestade. Se puder, apoie nosso trabalho e assine o Jornal Correio por apenas R$ 5,94/mês.

Um país onde, durante o ano todo, raramente chove. Onde a média é de 28°C. Onde as praias têm areia bem branquinha e mar azul-turquesa cristalino - sem falar na temperatura amena da água, ao estilo Porto da Barra no Verão. E onde,  apesar de ser no mar do Caribe, é bem longe da rota dos furações. Parece um paraíso? Pois conheça Aruba.

A ilha é pequenininha e tem só 181 km quadrados (como comparação, Salvador possui área quase quatro vezes maior, com 693 km²). Para ir de uma ponta a outra, o passeio de carro dura, aproximadamente, 1 hora. Assim, motivos não faltam para explorar as várias paisagens maravilhosas espalhadas pelo lugar. E isso inclui, claro, as praias incríveis.

Não poderíamos começar com outra se não a surreal Flamingo Beach. E, sim, existem flamingos reais circulando por lá. Mas vamos por partes.

Os flamingos ficam passeando tranquilamente entre os turistas
(Foto: Giuliana Mancini/CORREIO)

O destino fica localizado na ilha do hotel Renaissance e, para chegar, há um barco, que sai de 15 em 15 minutos das duas unidades do complexo. Desembarcando no destino (em um passeio de  oito minutos), há dois lados, a praia das iguanas e a dos flamingos. Apesar de serem muito parecidas, a  maioria dos turistas escolhe o lado direito, onde fica a segunda.

Habitantes do local, os fofíssimos animais ficam o dia todo por lá, passeando de um lado para o outro - ou até mesmo dormindo, no meio das pessoas. Ainda que acostumados com a presença dos visitantes, eles costumam  sair quando alguém chega muito perto, com medo de serem atacados. Mas há uma máquina onde é possível, por 25 centavos de dólar, comprar um pouco de ração. Aí é a hora das fotos: pode estender a mão que eles vêm comer. E não se preocupe, não dói.

A praia fica na ilha particular do Renaissance
(Foto: Giuliana Mancini/CORREIO)

Privativa do Renaissance, a entrada na ilha só é gratuita para quem se hospeda no complexo. Porém, os turistas que vêm de outros hotéis podem comprar um day use. O acesso, mais almoço e um drinque, custa 100 dólares. A moeda, inclusive, é quase que a principal do país. Apesar de existir, oficialmente, o Florin Arubiano, o dólar é aceito em todos os cantos.

Outra praia que merece a visita é Baby Beach. Como fica bem ao sul da ilha, o melhor acesso para lá é de carro, já que tem estacionamento gratuito. Aliás, em Aruba, é indicado alugar um veículo - assim, você fica com mais liberdade de ir e vir dos lugares. O melhor é chegar cedo no destino, para encontrar vazias algumas palapas - uma construção que funciona como sombreiro. Não é preciso pagar por elas. Com mar ao estilo piscina, é bem longa e não dá a sensação de estar cheia. Há um bar e um restaurante, além de espaço para aluguel de espreguiçadeiras. Mas não estranhe se ver alguém estendendo sua canga, abrindo um isopor/bolsa térmica e pegando sua cerveja e comendo um sanduíche feito em casa ou hotel. Em Aruba, isso é bem comum.

Ao sul de Aruba, Baby Beach tem faixa de areia comprida e palapas gratuitas
(Foto: Giuliana Mancini/CORREIO)

Mais ao norte, há a praia mais bombadinha, Palm Beach. É lá que está a maioria dos resorts gigantes, ou high-rise hotels, como dizem as placas. Por isso, a área é bem ocupada pelos hóspedes da região. Também é onde ficam empresas de atividades náuticas.

Um pouco antes, há a Eagle Beach, onde estão os low-rise hotels. Menos ‘muvucada’ que a irmã, é considerada a melhor entre as praias urbanas.

Eagle Beach é apontada como a melhor praia urbana
(Foto: Giuliana Mancini/CORREIO)

Seguindo ao norte de Palm Beach estão Malmok e, depois, Boca Catalina. As duas são bem calmas e não costumam  ficar cheias. Em nenhuma das duas há estruturas de comida e bebida, então leve a sua. Mas há palapas gratuitas. Assim como em Baby Beach, chegue cedo para garantir uma. O carro é fundamental para as praias. Dá até para ir de táxi, mas sair será difícil, já que não há pontos do transporte por perto. Em ambas, há estacionamento aberto ao público.

No norte, Boca Catalina não costuma ficar cheia e tem estacionamento
(Foto: Giuliana Mancini/CORREIO)

Ah, para finalizar: em todas, vale a pena levar (ou alugar) snorkel. Com águas claras, as praias são ideais para observar a vida marinha de Aruba.

***

Em tempos de coronavírus e desinformação, o CORREIO continua produzindo diariamente informação responsável e apurada pela nossa redação que escreve, edita e entrega notícias nas quais você pode confiar. Assim como o de tantos outros profissionais ligados a atividades essenciais, nosso trabalho tem sido maior do que nunca. Colabore para que nossa equipe de jornalistas seja mantida para entregar a você e todos os baianos conteúdo profissional. Assine o jornal.


Relacionadas