Guia para inovadores em busca de financiamento

tecnoporto
28.08.2019, 08:59:11
Atualizado: 28.08.2019, 09:02:11

Guia para inovadores em busca de financiamento

O guia está na segunda edição e reúne informações que ajudam empreendedores na busca de dinheiro para colocar as suas ideias em prática. São 69 páginas divididas em seis partes: Recursos Não Reembolsáveis, Recursos Reembolsáveis, Investimento Direto ou Fundos, Bolsas de PD&I, Incentivos Fiscais e Outros Mecanismos. Além dessas informações também estão sendo disponibilizadas as apresentações que ocorreram no evento de lançamento. Para Jamile Sabatini Marques, diretora de Inovação e Fomento da Associação que lançou o guia, a ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software) disponibilizar uma fermenta como essa é uma grande ajuda para os empreendedores: “Com o Guia de Fomento à Inovação, o empreendedor encontra em um mesmo lugar as diferentes linhas e programas de financiamento/investimento. Esperamos que o acesso gratuito ao material estimule a criação de novos produtos e serviços inovadores no Brasil, assim como o desenvolvimento econômico sustentável do país" Para acessar o guia e as apresentações basta clicar nesse link.

Rock in Tinder

Você que usa o Tinder e vai, ou pretende ir para o Rock in Rio já pode adicionar um pin específico em seu perfil, mostrando isso. Esse será um novo item de match e vai permitir encontrar pessoas que vão curtir os mesmos shows no festival. Segundo Jenny Campbell, Diretora de Marketing do Tinder, o uso em grandes festivais gera um pico de atividade no aplicativo. Em 2018 durante os quatro dias do festival Bonnaroo Music & Arts, no Tenessee, Estados Unidos, a atividade dentro do Tinder cresceu 300%, segundo ela.

E quem estiver no Rock in Rio vai poder curtir uma experiência além do virtual proporcionada pela empresa que opera desde 2012 e tem usuários em mais de 190 países. Um estande local vai distribuir brindes em meio a uma grande festa animada por Dj’s. Então se você está entre os 4 milhões de assinantes da plataforma e vai para o festival, sem par, ative o Festival Mode e comece a correr o dedo. Quem sabe esse match não vai deixar a festa ainda melhor hein?

Gamers continuam na mira dos golpistas

O ataque feito aos usuários do PlayStation em 2011 ainda pode ser considerado um dos maiores, senão o maior, ciberataques da história. Estima-se que dados de 77 milhões de contas e 12 mil cartões de crédito vazaram na ocasião. Com base nisso a ESET, empresa especializada em detecção de ameaças, mandou aqui para a coluna uma lista de 5 formas mais comuns de ataque. Com certeza você já ouviu falar de algumas ou de todas elas mas, mesmo assim, acho que em termos de segurança revisar nunca é demais, não é mesmo?

Por isso mesmo correndo o risco de ser repetitivo vamos lá. O primeiro tipo de golpe é o líder da lista, o DoS -  negação de serviço. Ele também tem a variação DDoS - negação de serviço distribuído. Nele o criminoso se infiltra no servidor do destinatário e faz com que o acesso seja interrompido. Segundo a ESET vários grupos de hacktivismo, como o Lizard Squad, usaram ataques DDoS no passado, inclusive em sites de jogos. Foi esse golpe que atingiu a Sony PlayStation Network e a Xbox Live da Microsoft, no Natal de 2014. Ainda segundo a empresa, recentemente, uma pesquisa mostrou que os jogadores do Counter Strike 1.6 foram infectados e 39% dos servidores online ativos do jogo foram comprometidos.

Em segundo lugar no ranking de golpes contra gamers fica o famoso malware, que tem o poder de se infiltrar em todos os tipos de páginas web, que podem incluir sites legítimos de empresas e sites falsos criados para roubar usuários desprevenidos. Pesquisadores da empresa descobriram o malware chamado “João”que atinge gamers de todo o mundo, especialmente na América Latina. Eles apontam que ele se propaga por meio de jogos da Aeria Games (uma editora de jogos online) oferecidos em sites não oficiais. 

Atrás da grana

Na terceira colocação os especialistas da ESET colocam os ransomware e os scareware, aqueles que visam roubar dinheiro. Eles citam como maior exemplo a descoberta feita em 2015, onde cibercriminosos estavam infectando as máquinas dos jogadores com o Teslacrypt, parando seus jogos e exigindo um pagamento em bitcoins em troca do retorno seguro de seus arquivos de jogo criptografados. A vítima tinha que pagar pelo menos US$ 500 em bitcoins para recuperá-los. O ataque teria afetado, segundo os especialistas, 40 jogos, incluindo Call of Duty, World of Warcraft, Minecraft e World of Tanks.

A ESET também afirma ter descoberto 30 apps do Minecraft no Google Play que fingiam ser cheats para o jogo mas que ao ser executados alegavam que a máquina do usuário tinha um vírus que só podia ser removido ativando uma assinatura Premium SMS, que custava 4,80 euros por semana. Roubo feito. Para terminar os especialistas citam em quarto lugar os chamados ataques de força bruta e keyloggers para obter senhas onde os cibercriminosos sempre buscam nomes de usuário e senhas de login e em quinto a chamada engenharia Social, para a realização de ataques, que é a adaptação para o mundo digital dos velhos golpes que eram aplicados nas ruas e por telefone, onde espertalhões enganavam pessoas desavisadas.

Nessa categoria está o bom e velho phishing – pescaria – onde os criminosos procuram alvos em redes sociais para coletar dados que lhes permitam criar fraudes mais confiáveis e, assim, convencer as vítimas para a irem para um site falso ou fazê-las acreditar que baixar um determinado anexo seja seguro. Sem medo de me tornar repetitivo de novo, lá vai o velho conselho. Por mais antiquado que possa parecer, comporte-se no mundo digital com os mesmos cuidados do mundo real. Você não anda distribuindo informações sobre sua vida por aí não é?

Então por que ficar tirando fotos, dizendo o que faz, mostrando sua rotina em detalhes? E entrar em qualquer lugar, sem saber o que tem lá, você faz? Clicar em qualquer link, sem conhecer a origem, é a mesma ação no mundo digital e, acredite, vale muito à pena evitar. Claro que é legal interagir e conhecer pessoas. Sempre foi. Mas não custa nada precaução, especialmente com sites e pessoas desconhecidas não é mesmo? Fica, mais uma vez, a dica.



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