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Pombo Correio
Publicado em 18 de março de 2026 às 17:02
O ex-prefeito de Salvador e vice-presidente nacional do União Brasil, ACM Neto, criticou a omissão do governo Jerônimo Rodrigues (PT) após o novo aumento nos preços dos combustíveis no estado. Em vídeo publicado nas redes sociais, ele atribuiu a alta não apenas ao cenário internacional, mas também à atuação do governador. >
A declaração ocorre após a Refinaria de Mataripe, administrada pela Acelen, oficializar um reajuste nos preços da gasolina e do diesel para as distribuidoras. O aumento chega a até 20% no caso do diesel e acompanha a instabilidade no mercado internacional de petróleo, influenciado por conflitos no Oriente Médio.>
No vídeo, ACM Neto afirmou que o impacto para os baianos é ainda maior por problemas locais. “É um governo que não sente as dores do povo. Gente, não bastasse aos baianos o castigo da carestia nas feiras, nos supermercados e nos shoppings, vem agora o aumento do preço dos combustíveis”, disse.>
Ele também criticou o que classificou como omissão do governo estadual diante da alta nas bombas. “O recente aumento do preço dos combustíveis é causado de fato pela guerra lá no Oriente Médio. Mas o que aconteceu nos últimos dias nas bombas dos postos da Bahia é também efeito de outra guerra, essa bem baiana”, afirmou.>
Segundo ACM Neto, houve remarcação de preços nos postos antes mesmo da chegada de novos estoques. “Passaram a vender combustível velho com preço novo. O que fez o governo? Reprimiu este crime contra a economia popular? Multou os postos? Que nada. Ficou de braços cruzados”, declarou.>
O ex-prefeito ainda relacionou o preço dos combustíveis a outros indicadores do estado. “É assim que o governo Jerônimo age em tudo, porque é um governo que não sente as dores do povo. É por isso que a violência tomou conta do nosso estado e temos o maior número de homicídios do país”, disse.>
ACM Neto afirmou que a situação pode mudar no futuro. “Ter a gasolina mais cara do país é apenas mais uma gota nesse oceano amargo. Mas, se Deus quiser, isso vai mudar”, concluiu.>