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O plano de 10 anos para baratear o preço dos livros no Brasil

Governo Federal oficializa novas metas para democratizar a leitura e expandir bibliotecas em todo o país até 2036; entenda o que muda.

  • Foto do(a) author(a) Juliana Rodrigues
  • Juliana Rodrigues

Publicado em 4 de maio de 2026 às 08:56

Bienal do Livro Bahia 2026 é a aberta nesta quarta (15) com presença de autoridades e escritores
O novo PNLL (2026-2036) oficializa o combate ao analfabetismo e o acesso democrático aos livros como direitos fundamentais e ferramentas de cidadania Crédito: Sora Maia/CORREIO

O Governo Federal oficializou o Plano Nacional do Livro e da Leitura (PNLL) 2026-2036. O novo decreto estabelece diretrizes estratégicas para erradicar o analfabetismo, democratizar o acesso às obras e fortalecer a cadeia editorial, consolidando a leitura como direito fundamental e ferramenta de cidadania.

[Edicase]A leitura em conjunto cria lembranças para uma vida inteira (Imagem: ArtFamily | Shutterstock) por

Eixos de atuação e inclusão social

Com o objetivo de levar os livros a todos os lugares e garantir oportunidades iguais, o plano para a próxima década prioriza o combate às desigualdades de acesso ao colocar grupos vulnerabilizados no centro das políticas públicas.

As diretrizes vão da garantia de preços acessíveis e expansão de bibliotecas ao incentivo à leitura em casa e nas escolas.

O plano também assegura formatos adaptados para pessoas com deficiência e estimula o setor editorial, fortalecendo a produção e o valor da literatura nacional.

Educação e combate ao analfabetismo

Além da cultura, o PNLL 2026-2036 foca no fortalecimento do hábito de leitura e na valorização de mediadores e professores.

Com essa diretriz, o Brasil busca um desenvolvimento sustentável onde a leitura e a escrita sustentam uma sociedade mais justa. Para garantir o sucesso das metas até 2036, o plano terá monitoramento contínuo e ajustes periódicos.

Tags:

Governo Federal Leitura