Acesse sua conta
Ainda não é assinante?
Ao continuar, você concorda com a nossa Política de Privacidade
ou
Entre com o Google
Alterar senha
Preencha os campos abaixo, e clique em "Confirma alteração" para confirmar a mudança.
Recuperar senha
Preencha o campo abaixo com seu email.

Já tem uma conta? Entre
Alterar senha
Preencha os campos abaixo, e clique em "Confirma alteração" para confirmar a mudança.
Dados não encontrados!
Você ainda não é nosso assinante!
Mas é facil resolver isso, clique abaixo e veja como fazer parte da comunidade Correio *
ASSINE

Escola Maria Felipa realiza exposição da Semana de Arte Negra e Indígena

Mostra será no Museu Afro-Brasileiro, em Salvador

  • D
  • Da Redação

Publicado em 5 de maio de 2023 às 14:09

 - Atualizado há 3 anos

. Crédito: Divulgação

A Escola Maria Felipa realiza neste sábado (06), a partir das 15h, a abertura da exposição Semana da Arte Negra e Indígena, feita em abril na instituição de ensino e que resultou em obras artísticas criadas pelos estudantes.

A mostra seguirá em cartaz até o dia 06 de junho, no Museu Afro Brasileiro, espaço fundado há 41 anos, no Pelourinho, que tem um acervo de mais de 1.100 peças de cultura material africana e afro-brasileira.

"Apesar do intuito revolucionário da Semana de Arte Moderna, em 1922, que questionou as ideias eurocêntricas de arte na época, foi um movimento protagonizado por uma elite branca, os e as artistas negras não estavam ali. A Semana de Arte Negra e Indígena vem como uma iniciativa para provocar esse questionamento”, diz a sócia gestora da Escola Maria Felipa, Maju Passos.

No evento de abertura, que está na segunda edição, os ingressos custam R$10 (valor único) e crianças até 12 anos não pagam. Nos dias seguintes, até o encerramento, a entrada custará R$10 (inteira) e R$5 (meia-entrada).

No catálogo, há várias peças de argila ilustrados a partir da técnica do grafismo, que pauta a arte sob a perspectiva dos povos originários ameríndios, instrumentos musicais construídos a partir da manipulação de materiais recicláveis, além de um painel com o título Centralidade Basquiat, feito pelas crianças a partir da presença das artes e pichações nos muros por onde passam no seu cotidiano, analisando sob a perspectiva de Jean-Michel Basquiat e a relevância mundial do Grafite enquanto uma arte preta de rua e sua potencialidade muitas vezes silenciada.

A Semana de Arte Negra e Indígena foi pensada a partir de uma perspectiva decolonial”, explica a diretora da escola e idealizadora do projeto, Cris Coelho.