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Feijão lidera aumento de preços da cesta básica em Salvador; veja lista

Dados se referem ao mês de fevereiro

  • Foto do(a) author(a) Elaine Sanoli
  • Elaine Sanoli

Publicado em 9 de março de 2026 às 21:49

Feijão
Feijão Crédito: Arisson Marinho/Arquivo CORREIO

Entre janeiro e fevereiro deste ano, cinco dos 12 produtos que compõem a cesta básica registraram aumento nos preços médios em Salvador. O feijão carioca lidera o ranking, com alta de 10,33% de um mês para o outro. Os dados são do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

Ao longo de fevereiro, o preço da cesta básica na capital baiana apresentou aumento de 0,27% em relação a janeiro, passando a custar R$ 617,94. Na comparação com fevereiro de 2025, o valor teve queda de 1,73%. No acumulado de 2026, a alta é de 1,72%.

Feijão carioca (10,33%) por Arisson Marinho/Arquivo CORREIO

Além do feijão, também tiveram aumento de preço a manteiga (1,80%), o açúcar cristal (1,60%), a banana (1,55%) e o café em pó (0,61%).

Os outros sete itens registraram queda: arroz agulhinha (-7,09%), farinha de mandioca (-1,12%), óleo de soja (-0,79%), leite integral (-0,76%), carne bovina de primeira (-0,51%), pão francês (-0,41%) e tomate (-0,18%).

Em fevereiro deste ano, o trabalhador de Salvador remunerado pelo salário mínimo de R$ 1.621,00 precisou trabalhar 83 horas e 52 minutos para adquirir a cesta básica. Em janeiro de 2026, o tempo necessário havia sido de 83 horas e 38 minutos.

Em fevereiro de 2025, quando o salário mínimo era de R$ 1.518,00, o tempo de trabalho necessário era de 91 horas e 8 minutos. Considerando o salário mínimo líquido, após o desconto de 7,5% da Previdência Social, o mesmo trabalhador precisou comprometer, em fevereiro de 2026, 41,21% da renda para adquirir a cesta básica. Em janeiro deste ano, esse percentual foi de 41,10% da renda líquida e, em fevereiro de 2025, de 44,78%.