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Caso Sara Freitas: marido e outros dois são condenados pelo assassinato da cantora gospel

As penas dos três réus somadas ultrapassam os 95 anos de reclusão

  • Foto do(a) author(a) Monique Lobo
  • Monique Lobo

Publicado em 25 de março de 2026 às 22:18

Ederlan Mariano, Victor Gabriel Oliveira Neves e Weslen Pablo Correia de Jesus
Ederlan Mariano, Victor Gabriel Oliveira Neves e Weslen Pablo Correia de Jesus Crédito: Reprodução

O marido de Sara Freitas, Ederlan Mariano, e outros dois acusados foram condenados pela morte da cantora gospel, assassinada em outubro de 2023. A decisão foi proferida no veredito do júri popular dos réus que foi finalizado na noite desta quarta-feira (25).

Ederlan Mariano, considerado mandante do assassinato, foi condenado pelos crimes de feminicídio, ocultação de cadáver e associação criminosa. A pena estipulada foi de 34 anos e 5 meses de reclusão em regime fechado.

Sara Freitas e Ederlan Mariano por Reprodução

Os outros dois réus, Weslen Pablo Correia de Jesus, conhecido como bispo Zadoque, e Victor Gabriel Oliveira Neves também foram condenados por feminicídio, ocultação de cadáver e associação criminosa. Eles tiveram penas estipuladas em 33 anos e 2 meses de reclusão em regime fechado para Victor Gabriel, e 28 anos e 6 meses de reclusão em regime fechado para Weslen Pablo.

O julgamento dos três réus durou cerca de 35 horas no Fórum de Dias D'Ávila, na Região Metropolitana de Salvador. Os trabalhos foram iniciados na terça-feira (24), e se encerraram por volta das 22h desta quarta. Sete jurados participam do julgamento, além do promotor, assistente de acusação e advogados de defesa.

Crime que chocou

Sara Freitas foi morta com 22 facadas, após ser atraída para um falso evento religioso. O crime foi registrado em 24 de outubro de 2023.

Além dos três réus deste julgamento, outro home também foi acusado de participação no crime. Gideão Duarte de Lima foi o responsável por levar a vítima ao local do crime e foi condenado, no ano passado, a 20 anos e 4 meses de prisão.

Tags:

Condenação Feminicído Julgamento Condenado Caso Sara Freitas