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Mãe e filha denunciam caso de racismo em loja de calçados em Lauro de Freitas

Em vídeo publicado nas redes sociais, filha conta que foi ao estabelecimento para comprar um presente de aniversário para a mãe

  • D
  • Da Redação

Publicado em 8 de março de 2023 às 18:17

 - Atualizado há 3 anos

. Crédito: Foto: Reprodução/redes sociais

Suellem Santos e sua mãe, Simone, denunciam um caso de racismo sofrido por elas enquanto tentavam fazer compras em uma loja de calçados em Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador. O caso na manhã desta terça-feira (7).

Ao CORREIO, a DiFábrica infomou que o modelo de loja visitado pelas clientes é de autoatendimento. No local não há vendedores e conta apenas com operadores de loja, que têm como função a reposição de produtos nas gôndolas.

Segundo Matheus Maciel, advogado que representa mãe e filha, elas foram até a loja de sapatos DiFábrica e, logo que chegaram ao local, nenhum funcionário foi atende-las, embora a loja estivesse vazia e com muitos funcionários disponíveis. "Em certo momento os funcionários que estavam juntos passam a se posicionar na loja que tem um espaço físico muito grande de modo a cercar minhas clientes, sem se prontificar para ajudar, apenas observando como se fossem uma ameaça para a loja."

Em vídeo publicado por Suellem nas redes sociais, ela conta que foi ao estabelecimento para comprar um presente de aniversário para a mãe. "Assim que a gente percebeu a situação eu falei 'mãe, isso é uma situação de racismo'. Ninguém abordou a gente para perguntar, eu já estava com a sandália que iria dar de presente para ela e eles (funcionários) estavam cercando a gente para todo local que a gente ia", desabafa.

Desconfortáveis com o cerco feito, as duas desistiram da compra e chamaram o gerente, que teria dito que era novo na loja e que já havia realizado mudanças no quadro funcional por questões de comportamento. "Já soubemos que há relatos de situações parecidas com a loja", destacou o advogado."Foi extremamente humilhante a situação... Estou aqui com o gerente, passando toda a situação para ele. A gente desistiu de comprar, porque é vergonhoso isso. Chega a abalar a pessoa", diz Suellem.Maciel ainda acrescentou que ainda irá acompanhar as duas à delegacia da áreas para noticiar os fatos, além de acionar o ministério público. A defesa irá requerer indenização por danos morais.