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Réus por assassinato de pediatra no interior da Bahia são condenados a mais de 100 anos de prisão

O médico Júlio César de Queiroz Teixeira foi morto a tiros em 2021

  • Foto do(a) author(a) Tharsila Prates
  • Tharsila Prates

Publicado em 28 de agosto de 2025 às 21:14

O pediatra Júlio César de Queiroz Teixeira foi assassinado em 2021, enquanto atendia uma criança
O pediatra Júlio César de Queiroz Teixeira foi assassinado em 2021, enquanto atendia uma criança Crédito: Reprodução

Os cinco réus acusados de envolvimento no assassinato do pediatra Júlio César de Queiroz Teixeira, morto a tiros em Barra, no oeste da Bahia, em 2021, foram condenados na quarta-feira (27) após dois dias de júri popular no Fórum de Xique-Xique, município vizinho.

De acordo com informações da TV Oeste, afiliada da Globo, as penas variaram de 20 anos a 31 anos em regime fechado - somadas, chegam a 119 anos de prisão. Diego Santos Silva, acusado de ser o mandante do crime, foi condenado a 31 anos e 4 meses de prisão. Jefferson Ferreira Gomes da Silva, acusado de ser o executor do crime, levou 26 anos e 4 meses de prisão.

Já Ranieri Magalhães Bonfim Borges, acusado de ser o piloto que levou Jefferson, foi condenado a 20 anos de prisão. Adeilton de Souza Borges, acusado de ser olheiro que estava na clínica para vigiar o pediatra, condenado a 21 anos de prisão. E Fernanda Lima da Silva, também acusada de ser olheira que estava na clínica para vigiar o pediatra, levou uma pena de 21 anos.

Eles tinham sido denunciados pelo Ministério Público da Bahia por homicídio qualificado, em que o motivo é fútil e não há possibilidade de defesa da vítima.

O pediatra foi morto a tiros dentro da clínica onde trabalhava no dia 23 de setembro de 2021, enquanto atendia uma criança. Ele deixou a esposa e os dois filhos, de 5 e 8 anos de idade.

O paciente, a mãe dele e dois funcionários presenciaram o crime. Um desses funcionários era a esposa do médico. Parte da situação foi registrada por câmeras da recepção da clínica.

Em novembro do mesmo ano, a Justiça decretou a prisão preventiva dos cinco suspeitos do assassinato. O julgamento foi realizado em Xique-Xique a pedido da família, que temia pela insegurança em Barra, de onde são os acusados.