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Bicheiro mais 'sanguinário' do RJ e chefe da máfia de cigarro é preso em mansão

Adilson Oliveira Coutinho Filho foi preso na manhã desta quinta-feira (26)

  • Foto do(a) author(a) Maysa Polcri
  • Maysa Polcri

Publicado em 26 de fevereiro de 2026 às 15:49

Bicheiro foi preso em mansão no RJ
Bicheiro foi preso em mansão no RJ Crédito: Reprodução

Um dos bicheiros mais procurados do Rio de Janeiro, Adilson Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho, foi preso na manhã desta quinta-feira (26), após anos de buscas. Ele foi localizado em uma mansão em Cabo Frio (RJ) durante uma força-tarefa conduzida pelas polícias Civil e Federal. 

Adilsinho faz parte da cúpula do jogo do bicho, controlando áreas da capital, além de ser apontado como o maior produtor e distribuidor de cigarros falsificados do Rio de Janeiro. Além dele, o policial militar Diego D’arribada Rebello de Lima, que fazia a segurança do bicheiro, também foi preso.

O superintendente regional da Polícia Federal, Fábio Galvão, disse à imprensa que foram três tentativas até que a polícia conseguisse prender o bicheiro. Adilsinho é considerado como "o mais sanguinário do jogo do bicho".

"É um trabalho árduo, muito difícil. Terceira tentativa de prisão, que é muito dificultada pela proteção, sobretudo de policiais, que goza principalmente a máfia do jogo do bicho. E hoje a gente conseguiu prender o mais sanguinário dos capos do jogo do bicho. Então foi um presente para a sociedade fluminense a prisão, um baque para a máfia do jogo do bicho", disse o  da PF. 

A Polícia Federal divulgou ainda que uma das fábricas de cigarro clandestinas ligadas ao bicheiro mantinha estrangeiros trabalhando em condição análoga à escravidão. "A gente, em uma delas, constatou a presença de mais de 20 paraguaios que estavam trabalhando em condição análoga à escravidão. Isso sem falar nas outras duas fábricas que a gente deu a batida e apreendeu todos os equipamentos, sobretudo na região da Baixada Fluminense", falou Fábio Galvão.

Adilsinho tinha ao menos cinco mandados de prisão em aberto contra si, sendo quatro deles por homicídios ocorridos em 2022, segundo informações do jornal O Globo. Um dos casos é a execução de Marco Antônio Figueiredo Martins, o Marquinhos Catiri, em academia de musculação. O crime teria sido motivado pela disputa territorial por pontos de jogo de bicho e máquinas caça-níqueis.