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Cadela comunitária mascote de guarda municipal é esfaqueada em praia

Vira-lata 'caramelo' costumava ficar nas proximidades da base e sempre recebia os guardas municipais no início do expediente

  • Foto do(a) author(a) Perla Ribeiro
  • Perla Ribeiro

Publicado em 30 de janeiro de 2026 às 09:52

Cadela comunitária mascote de guarda municipal é esfaqueada em praia
Cadela comunitária mascote de guarda municipal é esfaqueada em praia Crédito: Reprodução

Uma cadela comunitária deu entrada em uma clínica veterinária de Praia Grande, no litoral de São Paulo, após ser esfaqueada. A cadela foi encontrada embaixo de um contêiner usado para guardar equipamentos. De acordo com informações da prefeitura, o animal apresentava vários ferimentos de faca e estava bastante ensanguentado. O caso foi registrado em boletim de ocorrência da Guarda Civil Municipal (GCM) e deve ser encaminhado à Polícia Civil e ao Ministério Público (MP). As informações são do G1.

De acordo com a administração municipal, agentes da Guarda Costeira chegaram à base para assumir o serviço na manhã de quinta-feira (29), quando avistaram uma marca de sangue próximo à estrutura localizada na praia do bairro Canto do Forte. A prefeitura afirmou que a vira-lata 'caramelo' costumava ficar nas proximidades da base e sempre recebia os guardas no início do expediente. Ao perceberem sua ausência, eles começaram a procurá-la. A prefeitura informou ao G1 que a pessoa responsável pela agressão ainda não foi identificada.

Os guardas acionaram a equipe da Divisão de Controle de População Animal, que prestou os primeiros socorros e encaminhou a cadela para uma clínica veterinária particular credenciada pela prefeitura. A vira-lata passou por cirurgia na tarde de quinta-feira (29). O órgão municipal informou que as imagens das câmeras de monitoramento da orla estão sendo analisadas pelo Centro Integrado de Comando e Operações Especiais (Cicoe) para auxiliar as investigações e identificar os responsáveis.

Orelha

Outro caso de maus-tratos contra animais tem repercutido em todo Brasil. O cão comunitário Orelha morreu após ser agredido na Praia Brava, uma das áreas mais nobres de Florianópolis (SC), no dia 4 de janeiro. Orelha foi encontrado agonizando por pessoas que estavam no local. Quatro adolescentes são apontados como autores das agressões. Três adultos, sendo dois pais e um tio dos menores, foram indiciados suspeitos de coagir uma testemunha.

O cachorro foi levado a uma clínica veterinária e, no dia 5 de janeiro, submetido à eutanásia devido à gravidade dos ferimentos. Exames periciais indicaram que o cão foi atingido na cabeça com um objeto contundente, ou seja, sem ponta ou lâmina. O objeto usado na agressão não foi localizado.